David Castilho
EQUIPE
23/09/2026 • 08:02
Vamos entender melhor os tumores cerebrais na infância, especialmente nos primeiros dois anos de vida. O meduloblastoma é, de fato, um dos tumores mais comuns em crianças, mas sua frequência exata nos primeiros dois anos pode variar conforme as referências. A alternativa (a) afirma que representa 50% dos tumores cerebrais nessa faixa, o que é um dado muito elevado e discutível, pois embora o meduloblastoma seja comum, essa porcentagem parece superestimada para essa faixa etária específica.
Quanto ao tratamento (alternativa b), o uso da radioterapia em crianças muito pequenas é evitado devido aos efeitos deletérios no desenvolvimento cerebral, mesmo sendo um tumor agressivo. Portanto, é incorreto afirmar que o tratamento cirúrgico deve ser complementado obrigatoriamente por radioterapia nos primeiros dois anos. O tratamento inicial visa a cirurgia e, posteriormente, opções menos agressivas de quimioterapia para tentar poupar a radioterapia.
A alternativa (c) sobre a disseminação leptomeníngea estar presente em até 43% dos casos está alinhada com a literatura, que demonstra uma alta chance de espalhamento pelo sistema nervoso central, especialmente em tumores agressivos como o meduloblastoma.
Já a alternativa (d) é correta, pois a obstrução do IV ventrículo causada pelo tumor pode levar à hidrocefalia e consequentemente à hipertensão intracraniana, sintomas típicos nesse contexto.
Portanto, a alternativa incorreta é a (b), pois o uso obrigatório de radioterapia nos primeiros dois anos não é uma prática padrão devido aos efeitos adversos no cérebro em desenvolvimento.
Quanto ao tratamento (alternativa b), o uso da radioterapia em crianças muito pequenas é evitado devido aos efeitos deletérios no desenvolvimento cerebral, mesmo sendo um tumor agressivo. Portanto, é incorreto afirmar que o tratamento cirúrgico deve ser complementado obrigatoriamente por radioterapia nos primeiros dois anos. O tratamento inicial visa a cirurgia e, posteriormente, opções menos agressivas de quimioterapia para tentar poupar a radioterapia.
A alternativa (c) sobre a disseminação leptomeníngea estar presente em até 43% dos casos está alinhada com a literatura, que demonstra uma alta chance de espalhamento pelo sistema nervoso central, especialmente em tumores agressivos como o meduloblastoma.
Já a alternativa (d) é correta, pois a obstrução do IV ventrículo causada pelo tumor pode levar à hidrocefalia e consequentemente à hipertensão intracraniana, sintomas típicos nesse contexto.
Portanto, a alternativa incorreta é a (b), pois o uso obrigatório de radioterapia nos primeiros dois anos não é uma prática padrão devido aos efeitos adversos no cérebro em desenvolvimento.