Camila Duarte
EQUIPE
22/09/2026 • 10:02
Essa questão aborda o fenômeno da inversão térmica em regiões oceânicas tropicais sob a influência dos ventos alísios, focando especialmente na camada limite atmosférica e seu efeito como barreira ao desenvolvimento convectivo. Para compreender a resposta correta, é importante conhecer que a circulação de Hadley, responsável pelos ventos alísios, envolve um movimento de subsidência (descida) do ar no nível subtropical, o que causa compressão e aquecimento adiabático do ar nessa região.
Esse processo de subsidência aquece e seca o ar acima da camada limite, criando uma camada de ar mais quente e estável, que impede o ar mais frio e úmido da camada limite de se elevar livremente, caracterizando a inversão térmica mencionada na questão. Portanto, essa inversão não resulta do resfriamento noturno da superfície do mar (alternativa a), nem da evaporação de cristais de gelo (c), nem da ressurgência de águas frias (d), nem da intrusão de ar polar nas regiões tropicais (e).
A alternativa correta é a letra b, que descreve com precisão a origem da camada quente e seca acima da camada limite por meio do aquecimento adiabático da subsidência da circulação de Hadley, formando a inversão térmica que limita a convecção nas regiões em questão.
Esse processo de subsidência aquece e seca o ar acima da camada limite, criando uma camada de ar mais quente e estável, que impede o ar mais frio e úmido da camada limite de se elevar livremente, caracterizando a inversão térmica mencionada na questão. Portanto, essa inversão não resulta do resfriamento noturno da superfície do mar (alternativa a), nem da evaporação de cristais de gelo (c), nem da ressurgência de águas frias (d), nem da intrusão de ar polar nas regiões tropicais (e).
A alternativa correta é a letra b, que descreve com precisão a origem da camada quente e seca acima da camada limite por meio do aquecimento adiabático da subsidência da circulação de Hadley, formando a inversão térmica que limita a convecção nas regiões em questão.