Ingrid Nunes
EQUIPE
21/09/2026 • 16:02
Vamos falar um pouco sobre o imperialismo e a dominação dos Estados Unidos na América Latina durante o século XIX. Diferente de outras potências coloniais que expandiam seus territórios através de conquistas diretas e colonização formal, os EUA seguiram um caminho diferente na região. Eles exerceram uma influência mais sutil e indireta, que os historiadores chamam de hegemonia informal. Isso significava que os EUA controlavam economicamente e pressionavam politicamente os países latino-americanos, sem necessariamente ocupá-los ou transformá-los em colônias oficiais.
O texto de Eric Hobsbawm deixa isso claro ao destacar que, na América Latina, não houve a típica rivalidade imperial agressiva entre grandes potências, como acontecia em outras partes do mundo. A Doutrina Monroe, proclamada pelos EUA em 1823, foi um marco que estabeleceu a região como uma área de influência exclusiva americana, dissuadindo que as potências europeias retomassem o controle colonial.
Assim, a dominação estadunidense se deu por meios que não envolviam necessariamente guerras ou conquistas territoriais significativas, mas sim pelo controle econômico e pressão política, aproveitando a ausência de competidores de peso na região. A alternativa que melhor sintetiza essa situação é a letra b).
O texto de Eric Hobsbawm deixa isso claro ao destacar que, na América Latina, não houve a típica rivalidade imperial agressiva entre grandes potências, como acontecia em outras partes do mundo. A Doutrina Monroe, proclamada pelos EUA em 1823, foi um marco que estabeleceu a região como uma área de influência exclusiva americana, dissuadindo que as potências europeias retomassem o controle colonial.
Assim, a dominação estadunidense se deu por meios que não envolviam necessariamente guerras ou conquistas territoriais significativas, mas sim pelo controle econômico e pressão política, aproveitando a ausência de competidores de peso na região. A alternativa que melhor sintetiza essa situação é a letra b).