Na ocorrência de um acidente com um trabalhador que teve trauma direto da reg...

Na ocorrência de um acidente com um trabalhador que teve trauma direto da região craniofacial após cair de uma altura de 4 metros, a avaliação primária deve preconizar a


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Na ocorrência de um acidente com um trabalhador que teve trauma direto da região craniofacial após cair de uma altura de 4 metros, a avaliação primária deve preconizar a
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    23/09/2026 • 10:02
    Quando falamos de atendimento inicial a uma vítima de trauma, especialmente envolvendo queda de altura e possível trauma craniofacial, o conceito que deve ser lembrado é o ABC da avaliação primária: via aérea (Airway), respiração (Breathing) e circulação (Circulation).
    Antes de qualquer aferição detalhada, é fundamental garantir que a via aérea esteja desobstruída e seja protegida, principalmente porque traumas na região da cabeça e face podem comprometer a respiração. Além disso, a estabilização manual da coluna cervical é crucial para evitar lesões secundárias que possam agravar a situação neurológica da vítima.
    Somente depois dessa garantia inicial é que se parte para a aferição dos sinais vitais, avaliação das pupilas ou administração de oxigênio, que são importantes, mas não prioritários na sequência inicial de atendimento.
    Portanto, a opção que melhor representa a conduta correta na avaliação primária é garantir a estabilização manual da coluna cervical e a permeabilidade da via aérea da vítima, que é justamente o que está colocado na alternativa (c).
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