Ingrid Nunes
EQUIPE
02/10/2026 • 19:01
Vamos falar sobre o problema do mal, uma questão clássica na filosofia da religião que tenta conciliar a existência de um Deus bom e onipotente com a presença do mal no mundo. Alvin Plantinga, um filósofo muito conhecido por suas contribuições nessa área, propõe que esse problema não deve ser pensado apenas como um choque entre um Deus bom e a existência do mal, mas que um terceiro elemento é essencial para entender essa tensão.
Esse terceiro elemento, segundo Plantinga, é a liberdade humana. A ideia é que para que o mal exista, deve haver liberdade para escolher ações que possam ser boas ou más. Se não houvesse liberdade, então não poderíamos responsabilizar os agentes pelo mal, mas se há liberdade, o mal pode ser entendido como uma consequência das escolhas livres dos seres humanos, e não contradiz a bondade divina.
Assim, a equação do problema do mal fica mais clara quando se inclui o conceito de liberdade como parte do entendimento da coexistência entre Deus e o mal. Com isso em mente, fica evidente que a resposta correta é a alternativa "c) liberdade".
Esse terceiro elemento, segundo Plantinga, é a liberdade humana. A ideia é que para que o mal exista, deve haver liberdade para escolher ações que possam ser boas ou más. Se não houvesse liberdade, então não poderíamos responsabilizar os agentes pelo mal, mas se há liberdade, o mal pode ser entendido como uma consequência das escolhas livres dos seres humanos, e não contradiz a bondade divina.
Assim, a equação do problema do mal fica mais clara quando se inclui o conceito de liberdade como parte do entendimento da coexistência entre Deus e o mal. Com isso em mente, fica evidente que a resposta correta é a alternativa "c) liberdade".