Equipe Gabarite
EQUIPE
02/10/2026 • 10:01
Vamos falar um pouco sobre avaliação psicológica no ambiente hospitalar, que é um tema muito importante para psicólogos que atuam em saúde. Esse tipo de avaliação tem suas especificidades, porque o paciente geralmente está em condições clínicas variadas, podendo estar debilitado, com medicação, ou em situação de estresse intenso.
A letra a fala sobre postergar a avaliação se o paciente estiver sob efeito de medicação analgésica ou sedativa, dizendo que isso inviabiliza dados confiáveis. Embora o efeito dessas medicações possa interferir, não é verdade que a avaliação deve necessariamente ser postergada. Muitas vezes, adaptações são feitas para lidar com essas condições.
Na alternativa b indica que no contexto hospitalar a avaliação pode exigir adaptações, como entrevistas breves à beira-leito e integração de informações da equipe, o que é uma prática recomendada. Realmente, a avaliação nesse contexto é flexível e deve ser adaptada ao ambiente e estado do paciente.
A alternativa c sugere priorizar instrumentos padronizados aplicados em múltiplas sessões para minimizar flutuações clínicas momentâneas. Contudo, em ambiente hospitalar pode não ser viável múltiplas sessões, e priorizar instrumentos padronizados em todas as situações não é necessariamente a prática mais indicada para casos de internação prolongada.
A alternativa d recomenda que o psicólogo concentre a avaliação apenas na queixa apresentada, evitando aprofundamentos que não estejam relacionados à decisão clínica, mas a interconsulta psicológica muitas vezes exige uma visão mais ampla para fornecer um melhor suporte à equipe multidisciplinar.
Assim, a alternativa correta, que reflete bem o que Lins e Borsa (2017) mencionam sobre avaliação em ambiente hospitalar, é a letra b.
A letra a fala sobre postergar a avaliação se o paciente estiver sob efeito de medicação analgésica ou sedativa, dizendo que isso inviabiliza dados confiáveis. Embora o efeito dessas medicações possa interferir, não é verdade que a avaliação deve necessariamente ser postergada. Muitas vezes, adaptações são feitas para lidar com essas condições.
Na alternativa b indica que no contexto hospitalar a avaliação pode exigir adaptações, como entrevistas breves à beira-leito e integração de informações da equipe, o que é uma prática recomendada. Realmente, a avaliação nesse contexto é flexível e deve ser adaptada ao ambiente e estado do paciente.
A alternativa c sugere priorizar instrumentos padronizados aplicados em múltiplas sessões para minimizar flutuações clínicas momentâneas. Contudo, em ambiente hospitalar pode não ser viável múltiplas sessões, e priorizar instrumentos padronizados em todas as situações não é necessariamente a prática mais indicada para casos de internação prolongada.
A alternativa d recomenda que o psicólogo concentre a avaliação apenas na queixa apresentada, evitando aprofundamentos que não estejam relacionados à decisão clínica, mas a interconsulta psicológica muitas vezes exige uma visão mais ampla para fornecer um melhor suporte à equipe multidisciplinar.
Assim, a alternativa correta, que reflete bem o que Lins e Borsa (2017) mencionam sobre avaliação em ambiente hospitalar, é a letra b.