Sabe-se que as linhagens do patógeno capazes de produzir a toxina são portado...

Sabe-se que as linhagens do patógeno capazes de produzir a toxina são portadoras de um fago lisogênico. Isso significa que a informação genética para a produção da toxina está presente no


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Inicialmente ocorrem dor de garganta e febre, seguidas de mal-estar e inchaço no pescoço. Forma-se na garganta uma membrana cinzenta em resposta à infecção, podendo bloquear totalmente a passagem de ar para os pulmões. Algumas linhagens do patógeno podem produzir uma toxina potente que ataca o coração e os rins, causando a morte. A contaminação ocorre pela inalação do patógeno presente nas secreções respiratórias de pessoas infectadas, que podem ser assintomáticas.

(J. M. Amabis; G. R. Martho, Biologia. Adaptado)
Sabe-se que as linhagens do patógeno capazes de produzir a toxina são portadoras de um fago lisogênico.
Isso significa que a informação genética para a produção da toxina está presente no
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    01/10/2026 • 16:02
    Esse enunciado descreve uma situação clínica típica da difteria, uma doença causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae. A questão aborda um conceito fundamental em genética bacteriana relacionado a fagos lisogênicos. Vamos entender isso com calma: um fago é um vírus que infecta bactérias, e um fago lisogênico é aquele que insere seu material genético no genoma do hospedeiro bacteriano, mas não causa a destruição imediata da bactéria. Em vez disso, esse material genético viral fica integrado ao DNA bacteriano, podendo conferir características novas, como a produção de toxinas. Assim, a informação genética para a produção da toxina da difteria não está inicialmente na bactéria, mas sim no genoma do vírus que infectou a bactéria e integrou seu DNA a ela.
    Portanto, dentre as alternativas, a que afirma que a informação está no genoma de um vírus inserido no genoma do patógeno é a correta. As demais alternativas falam de plasmídeos, cromossomos de outras bactérias ou genoma humano, que não se aplicam ao caso da toxina codificada por um fago lisogênico.
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