Equipe Gabarite
EQUIPE
30/09/2026 • 09:01
Vamos conversar sobre um assunto fundamental em saúde: as medidas de precaução para prevenir infecções no ambiente hospitalar e em unidades de saúde em geral. O controle de infecções é essencial para proteger tanto o profissional de saúde quanto o paciente, especialmente quando o diagnóstico ainda não está confirmado, como ocorre no caso do paciente com febre e secreção respiratória citado na questão.
As precauções-padrão são um conjunto básico de cuidados que devem ser adotados em todos os atendimentos, mesmo quando o diagnóstico da doença do paciente não é conhecido. Isso inclui a higienização correta das mãos e o uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPI), sempre conforme o risco de exposição. Não se deve esperar a confirmação do diagnóstico para começar a usar EPIs, pois a transmissão de agentes infecciosos pode ocorrer antes da confirmação.
Além disso, a higienização das mãos deve ser realizada frequentemente, antes e após o contato com o paciente, e não apenas ao final do atendimento. O uso de luvas é uma proteção a mais, mas não substitui a higienização das mãos, que é uma das estratégias mais eficazes para prevenir infecções.
Por fim, as precauções-padrão são aplicadas em todos os serviços de saúde, inclusive na atenção básica, porque mesmo ali podem ocorrer contatos com diferentes agentes infecciosos, inclusive bactérias multirresistentes.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra b, que traz a premissa de que as precauções padrão são para todos os pacientes independentemente do diagnóstico, incluindo higienização das mãos e uso dos EPIs conforme o risco de exposição.
As precauções-padrão são um conjunto básico de cuidados que devem ser adotados em todos os atendimentos, mesmo quando o diagnóstico da doença do paciente não é conhecido. Isso inclui a higienização correta das mãos e o uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPI), sempre conforme o risco de exposição. Não se deve esperar a confirmação do diagnóstico para começar a usar EPIs, pois a transmissão de agentes infecciosos pode ocorrer antes da confirmação.
Além disso, a higienização das mãos deve ser realizada frequentemente, antes e após o contato com o paciente, e não apenas ao final do atendimento. O uso de luvas é uma proteção a mais, mas não substitui a higienização das mãos, que é uma das estratégias mais eficazes para prevenir infecções.
Por fim, as precauções-padrão são aplicadas em todos os serviços de saúde, inclusive na atenção básica, porque mesmo ali podem ocorrer contatos com diferentes agentes infecciosos, inclusive bactérias multirresistentes.
Dessa forma, a alternativa correta é a letra b, que traz a premissa de que as precauções padrão são para todos os pacientes independentemente do diagnóstico, incluindo higienização das mãos e uso dos EPIs conforme o risco de exposição.