Ingrid Nunes
EQUIPE
01/10/2026 • 06:01
Vamos falar sobre resistência a herbicidas na agricultura, um assunto super importante para manter as culturas produtivas e reduzir perdas. Quando um herbicida atua inibindo uma enzima essencial para a planta, como no caso da biossíntese de aminoácidos essenciais, as plantas cultivadas podem sofrer danos se não forem resistentes. A resistência a herbicidas pode ser natural ou desenvolvida artificialmente.
No caso da soja e desse tipo específico de herbicida, a resistência é geralmente desenvolvida por meio de engenharia genética: um gene específico que confere resistência à planta é inserido nela, permitindo que ela produza uma versão da enzima que o herbicida não consegue inibir. Assim, a planta cultivada cresce normalmente mesmo na presença do herbicida, enquanto as plantas daninhas são eliminadas.
As outras alternativas falam sobre métodos como exposição frequente a herbicidas (que não garante resistência genética e pode até ser prejudicial), nutrição com aminoácidos (que não impede a ação do herbicida na enzima), indução de mutações por raios X (é uma técnica, mas bem imprecisa e demorada, não a mais comum atualmente) e aplicação da enzima via fertilizantes (ineficaz para alterar metabolismo de planta dessa forma).
Portanto, a forma usual e eficaz para tornar a soja resistente é inserindo um gene específico de outra espécie, que codifica uma versão da enzima que o herbicida não consegue inibir, o que corresponde à alternativa d).
No caso da soja e desse tipo específico de herbicida, a resistência é geralmente desenvolvida por meio de engenharia genética: um gene específico que confere resistência à planta é inserido nela, permitindo que ela produza uma versão da enzima que o herbicida não consegue inibir. Assim, a planta cultivada cresce normalmente mesmo na presença do herbicida, enquanto as plantas daninhas são eliminadas.
As outras alternativas falam sobre métodos como exposição frequente a herbicidas (que não garante resistência genética e pode até ser prejudicial), nutrição com aminoácidos (que não impede a ação do herbicida na enzima), indução de mutações por raios X (é uma técnica, mas bem imprecisa e demorada, não a mais comum atualmente) e aplicação da enzima via fertilizantes (ineficaz para alterar metabolismo de planta dessa forma).
Portanto, a forma usual e eficaz para tornar a soja resistente é inserindo um gene específico de outra espécie, que codifica uma versão da enzima que o herbicida não consegue inibir, o que corresponde à alternativa d).