Equipe Gabarite
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01/10/2026 • 00:01
Vamos entender o contexto dessa questão, que aborda o livre-arbítrio a partir do pensamento de Santo Agostinho, um filósofo e teólogo muito influente. A discussão gira em torno da coexistência entre a presciência divina — ou seja, o conhecimento antecipado que Deus tem de tudo — e a liberdade humana.
Santo Agostinho argumenta que, mesmo que Deus saiba previamente o que nós faremos, isso não impede que possamos querer algo livremente. Ou seja, a vontade humana não está determinada ou forçada pela presciência divina, mas sim, é livre e responsável por suas escolhas. Porém, essa liberdade não é absoluta, no sentido de poder fazer qualquer coisa, já que está inserida em uma ordem maior, como o conhecimento divino.
Assim, a liberdade que Santo Agostinho defende não é uma autonomia irrestrita, ou seja, sem nenhum tipo de condicionamento ou limite. Pelo contrário, é uma natureza condicionada, pois a vontade humana existe dentro de certos parâmetros, como a presciência de Deus. Dessa forma, a alternativa correta é a letra a) natureza condicionada.
Santo Agostinho argumenta que, mesmo que Deus saiba previamente o que nós faremos, isso não impede que possamos querer algo livremente. Ou seja, a vontade humana não está determinada ou forçada pela presciência divina, mas sim, é livre e responsável por suas escolhas. Porém, essa liberdade não é absoluta, no sentido de poder fazer qualquer coisa, já que está inserida em uma ordem maior, como o conhecimento divino.
Assim, a liberdade que Santo Agostinho defende não é uma autonomia irrestrita, ou seja, sem nenhum tipo de condicionamento ou limite. Pelo contrário, é uma natureza condicionada, pois a vontade humana existe dentro de certos parâmetros, como a presciência de Deus. Dessa forma, a alternativa correta é a letra a) natureza condicionada.