David Castilho
EQUIPE
30/09/2026 • 20:02
Vamos entender a Revolução Inglesa através dos dois textos apresentados. O Texto I destaca uma visão tradicional e clássica, onde a Revolução é vista como um confronto entre o Parlamento e o rei Carlos I em defesa da liberdade política e religiosa, ou seja, uma luta típica do Iluminismo e do Liberalismo, focada nas elites políticas. Já o Texto II apresenta uma interpretação diferente, mais focada nas raízes sociais profundas da revolução, enfatizando que ela não foi motivada apenas pela burguesia, mas também por camponeses e trabalhadores que tinham diversas demandas sociais, como a luta contra os cercamentos e a miséria, além de motivações religiosas populares.
A principal diferença destacada é que o Texto II enfatiza a pluralidade de forças e demandas envolvidas na Revolução Inglesa, enquanto o Texto I dá uma visão mais homogênea e elitista do conflito. Portanto, a alternativa que melhor expressa essa diferença é a letra a), que menciona a pluralidade das demandas sociais, ou seja, o fato de existirem vários grupos sociais envolvidos e diferentes interesses em jogo. As outras opções não refletem adequadamente essa distinção, pois não há fala de homogeneidade, unicidade, superficialidade ou superioridade de aspectos econômicos no confronto entre as visões dos textos.
Gabarito: a
A principal diferença destacada é que o Texto II enfatiza a pluralidade de forças e demandas envolvidas na Revolução Inglesa, enquanto o Texto I dá uma visão mais homogênea e elitista do conflito. Portanto, a alternativa que melhor expressa essa diferença é a letra a), que menciona a pluralidade das demandas sociais, ou seja, o fato de existirem vários grupos sociais envolvidos e diferentes interesses em jogo. As outras opções não refletem adequadamente essa distinção, pois não há fala de homogeneidade, unicidade, superficialidade ou superioridade de aspectos econômicos no confronto entre as visões dos textos.
Gabarito: a