Ingrid Nunes
EQUIPE
05/10/2026 • 18:01
Vamos entender primeiro o que é a gestão de riscos numa barragem. A segurança de barragens é um tema super importante, especialmente depois de tragédias recentes que aconteceram em Minas Gerais e outras regiões do Brasil. O principal foco é evitar rompimentos, que podem causar prejuízos enormes não só materiais, mas também ambientais e humanos.
No Brasil, a segurança das barragens é orientada por normas específicas, como a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), que exige que seja feita uma avaliação abrangente da barragem. Essa avaliação considera dois pontos principais: a categoria de risco e o dano potencial associado. Ou seja, não basta só avaliar o volume de água armazenado, mas também o que poderia ser impactado caso a barragem rompa, como áreas urbanas, populações, meio ambiente, entre outros.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) está errada porque, embora o volume armazenado seja um critério, não é o único e nem o principal. A categoria de risco e o dano potencial são mais abrangentes e importantes para definir estratégias.
- A alternativa (b) está correta, pois expressa exatamente o que a política nacional determina: avaliação considerando categoria de risco e dano potencial, com monitoramento sistemático.
- A alternativa (c) está incorreta porque o monitoramento não é facultativo, mesmo para barragens classificadas como de baixo risco. Há exigências mínimas para todas as estruturas, incluindo planos de emergência e inspeções.
- A alternativa (d) está errada, pois a segurança deve considerar não apenas a integridade física, mas também os impactos ambientais, sociais e econômicos decorrentes do rompimento.
Portanto, a alternativa que expressa corretamente um princípio técnico da segurança de barragens no Brasil é a letra b.
No Brasil, a segurança das barragens é orientada por normas específicas, como a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), que exige que seja feita uma avaliação abrangente da barragem. Essa avaliação considera dois pontos principais: a categoria de risco e o dano potencial associado. Ou seja, não basta só avaliar o volume de água armazenado, mas também o que poderia ser impactado caso a barragem rompa, como áreas urbanas, populações, meio ambiente, entre outros.
Analisando as alternativas:
- A alternativa (a) está errada porque, embora o volume armazenado seja um critério, não é o único e nem o principal. A categoria de risco e o dano potencial são mais abrangentes e importantes para definir estratégias.
- A alternativa (b) está correta, pois expressa exatamente o que a política nacional determina: avaliação considerando categoria de risco e dano potencial, com monitoramento sistemático.
- A alternativa (c) está incorreta porque o monitoramento não é facultativo, mesmo para barragens classificadas como de baixo risco. Há exigências mínimas para todas as estruturas, incluindo planos de emergência e inspeções.
- A alternativa (d) está errada, pois a segurança deve considerar não apenas a integridade física, mas também os impactos ambientais, sociais e econômicos decorrentes do rompimento.
Portanto, a alternativa que expressa corretamente um princípio técnico da segurança de barragens no Brasil é a letra b.