Ingrid Nunes
EQUIPE
11/10/2026 • 05:01
Vamos conversar um pouco sobre o papel do assistente social no campo da saúde, especialmente em órgãos de planejamento e gestão. O assistente social não atua apenas no contato direto com usuários, mas também constrói estratégias para melhor organizar os serviços e intervenções, assegurando participação social e promovendo o controle social sobre as políticas públicas.
Na alternativa (a), vemos que a contribuição na elaboração do planejamento estratégico com garantia de participação dos usuários e trabalhadores é exatamente uma ação típica e importante do assistente social nesses órgãos. Envolver a comunidade e os agentes de saúde ajuda a democratizar as decisões e tornar as políticas mais efetivas.
A alternativa (b) fala de propostas de planejamento do trabalho social com famílias visando práticas terapêuticas, que é algo mais ligado ao trabalho direto e menos ao planejamento estratégico nas instâncias de gestão.
A alternativa (c) trata de situações urgentes como solicitação de ambulância, que é mais operacional e não um foco principal do assistente social em planejamento e gestão.
Na (d), a realização de estudos buscando reafirmar projetos vigentes vai contra a postura crítica e propositiva do assistente social, que deve buscar aprimoramento e transformação das políticas.
Em (e), a participação em estudos epidemiológicos e busca de vagas hospitalares está mais relacionada à gestão de serviços e acesso, mas a parte de epidemia geralmente compete mais a outros profissionais, e a agilização de vagas não é uma função primordial do assistente social no planejamento.
Portanto, a alternativa (a) está mais alinhada com o papel do assistente social no planejamento e gestão em saúde, contemplando a participação social e elaboração de estratégias institucionais.
Na alternativa (a), vemos que a contribuição na elaboração do planejamento estratégico com garantia de participação dos usuários e trabalhadores é exatamente uma ação típica e importante do assistente social nesses órgãos. Envolver a comunidade e os agentes de saúde ajuda a democratizar as decisões e tornar as políticas mais efetivas.
A alternativa (b) fala de propostas de planejamento do trabalho social com famílias visando práticas terapêuticas, que é algo mais ligado ao trabalho direto e menos ao planejamento estratégico nas instâncias de gestão.
A alternativa (c) trata de situações urgentes como solicitação de ambulância, que é mais operacional e não um foco principal do assistente social em planejamento e gestão.
Na (d), a realização de estudos buscando reafirmar projetos vigentes vai contra a postura crítica e propositiva do assistente social, que deve buscar aprimoramento e transformação das políticas.
Em (e), a participação em estudos epidemiológicos e busca de vagas hospitalares está mais relacionada à gestão de serviços e acesso, mas a parte de epidemia geralmente compete mais a outros profissionais, e a agilização de vagas não é uma função primordial do assistente social no planejamento.
Portanto, a alternativa (a) está mais alinhada com o papel do assistente social no planejamento e gestão em saúde, contemplando a participação social e elaboração de estratégias institucionais.