Ingrid Nunes
EQUIPE
11/10/2026 • 05:01
Vamos conversar sobre a atuação do assistente social na saúde, especialmente em relação à elaboração de documentos técnicos. Esses documentos têm um papel fundamental, pois funcionam como instrumentos que articulam o saber profissional e a prática ética, visando garantir direitos sociais, sobretudo o acesso à saúde.
Primeiro, é importante destacar que o assistente social deve sempre alinhar seus documentos e ações aos princípios éticos da categoria, que pregam a defesa dos direitos humanos e o fortalecimento das políticas públicas de saúde. Por isso, é inadequado que disciplinas ou critérios muito restritivos sejam utilizados para limitar o acesso da população a serviços ou benefícios, como sugere a alternativa (a).
Na alternativa (b), temos um entendimento mais realista e crítico: o documento técnico é um saber regulado e legítimo que pode tanto fortalecer a luta por direitos, como também ser cooptado para exercer controle social restringindo acessos, ou seja, pode servir para disciplinar e moralizar. Essa ambivalência é real e deve ser compreendida para que o assistente social atue conscientemente.
Sobre a (c), é errado pensar que os documentos produzidos pelo assistente social apresentam verdades inquestionáveis; na verdade, esses textos são construções que interpretam a realidade social e podem ser questionados, refletindo um trabalho de análise sujeito a diferentes leituras.
A (d) traz uma ideia incorreta, pois mesmo diante das pressões e da precarização do trabalho, a elaboração de documentos é possível e necessária para revelar as singularidades da realidade dos usuários e a dinâmica do processo saúde-doença.
Por fim, a alternativa (e) está correta ao afirmar que a experiência prática junto aos usuários fundamenta teoricamente a elaboração dos documentos técnicos, fortalecendo posicionamentos em defesa dos direitos, principalmente o acesso a serviços de saúde.
Portanto, a alternativa que melhor reflete a complexidade e o papel dos documentos técnicos na saúde para o assistente social é a (b).
Primeiro, é importante destacar que o assistente social deve sempre alinhar seus documentos e ações aos princípios éticos da categoria, que pregam a defesa dos direitos humanos e o fortalecimento das políticas públicas de saúde. Por isso, é inadequado que disciplinas ou critérios muito restritivos sejam utilizados para limitar o acesso da população a serviços ou benefícios, como sugere a alternativa (a).
Na alternativa (b), temos um entendimento mais realista e crítico: o documento técnico é um saber regulado e legítimo que pode tanto fortalecer a luta por direitos, como também ser cooptado para exercer controle social restringindo acessos, ou seja, pode servir para disciplinar e moralizar. Essa ambivalência é real e deve ser compreendida para que o assistente social atue conscientemente.
Sobre a (c), é errado pensar que os documentos produzidos pelo assistente social apresentam verdades inquestionáveis; na verdade, esses textos são construções que interpretam a realidade social e podem ser questionados, refletindo um trabalho de análise sujeito a diferentes leituras.
A (d) traz uma ideia incorreta, pois mesmo diante das pressões e da precarização do trabalho, a elaboração de documentos é possível e necessária para revelar as singularidades da realidade dos usuários e a dinâmica do processo saúde-doença.
Por fim, a alternativa (e) está correta ao afirmar que a experiência prática junto aos usuários fundamenta teoricamente a elaboração dos documentos técnicos, fortalecendo posicionamentos em defesa dos direitos, principalmente o acesso a serviços de saúde.
Portanto, a alternativa que melhor reflete a complexidade e o papel dos documentos técnicos na saúde para o assistente social é a (b).