Uma professora de 42 anos, com jornada diária de 6 horas em sala de aula, procura atendimento fonoaudiológico relatando
piora progressiva da voz ao longo do dia, fadiga vocal, esforço para falar e episódios recorrentes de rouquidão nos últimos
oito meses. À avaliação perceptivo-auditiva, observam-se soprosidade e tensão, com pistas sugestivas de fechamento
glótico incompleto à fonação. A avaliação laringológica evidencia lesão organofuncional em prega vocal, compatível com
o quadro de uso vocal intenso relatado.
Considerando o quadro clínico apresentado e os critérios que fundamentam a tomada de decisão terapêutica em disfonias,
assinale a alternativa que apresenta o julgamento mais adequado quanto à conduta fonoaudiológica prioritária.