A avaliação física na paralisia facial periférica permite verificar o grau de...

A avaliação física na paralisia facial periférica permite verificar o grau de assimetria facial, os traços fisionômicos comprometidos no lado paralisado e as funções perdidas. A avaliação do grau d...


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A avaliação física na paralisia facial periférica permite verificar o grau de assimetria facial, os traços fisionômicos comprometidos no lado paralisado e as funções perdidas. A avaliação do grau de movimento espontâneo é feita pela verificação do comportamento dos músculos na produção da mímica facial. Assim, juntar as sobrancelhas permite a avaliação do músculo
Analisando...
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  • Ingrid Nunes
    Ingrid Nunes EQUIPE
    11/10/2026 • 00:01
    Vamos falar um pouco sobre a avaliação da função muscular facial, que é crucial quando estamos lidando com a paralisia facial periférica. A paralisia facial periférica afeta os músculos controlados pelo nervo facial, que é o responsável pelos movimentos da mímica facial, como franzir a testa, fechar os olhos, sorrir, entre outros. A avaliação do grau de movimento espontâneo envolve observar como esses músculos funcionam em várias expressões faciais. No caso de ‘juntar as sobrancelhas’, o músculo que exerce essa ação é o prócero, que fica na região entre as sobrancelhas e é responsável por puxar a pele para baixo, aproximando as sobrancelhas e criando a expressão de franzir o cenho. Os outros músculos citados têm funções diferentes: o mentoniano é responsável por movimentar o queixo, o occipitofrontal está envolvido em levantar as sobrancelhas e o orbicular é o músculo que fecha a pálpebra. Portanto, a avaliação para ‘juntar as sobrancelhas’ foca no músculo prócero. Gabarito: b.
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