Matheus Fernandes
EQUIPE
09/10/2026 • 09:02
Essa questão trata de um tema muito importante, que é o equilíbrio entre a proteção de dados pessoais (incluindo informações clínicas) e a necessidade de compartilhamento de informações dentro da equipe escolar para garantir o melhor atendimento ao estudante.
Primeiro, precisamos lembrar que o relatório clínico contém dados sensíveis e pessoais, que devem ser protegidos segundo as leis de privacidade, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Isso significa que não pode haver uma divulgação indiscriminada desse documento, principalmente em espaços amplos ou sem autorização adequada.
Além disso, a ética profissional determina que a informação deve ser compartilhada apenas na medida em que seja necessária para a melhoria do trabalho educacional, respeitando o sigilo e a privacidade do estudante e sua família. Também é fundamental a comunicação e consentimento da família para qualquer divulgação além do grupo restrito.
Analisando as alternativas, vemos que a única que contempla esses aspectos, ou seja: compartilhar apenas o que é necessário, preservar os dados sensíveis, dialogar com a família e orientar o trabalho pedagógico a partir das necessidades do estudante, é a alternativa e.
As outras opções apresentam problemas como: compartilhar o relatório completo em grupos maiores (a), recusar o diálogo totalmente (b), solicitar autorização para divulgação ampla à turma (c) ou compartilhar informações sem identificação mas ainda assim envolvendo riscos (d).
Portanto, a conduta mais adequada é a da alternativa e.
Primeiro, precisamos lembrar que o relatório clínico contém dados sensíveis e pessoais, que devem ser protegidos segundo as leis de privacidade, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Isso significa que não pode haver uma divulgação indiscriminada desse documento, principalmente em espaços amplos ou sem autorização adequada.
Além disso, a ética profissional determina que a informação deve ser compartilhada apenas na medida em que seja necessária para a melhoria do trabalho educacional, respeitando o sigilo e a privacidade do estudante e sua família. Também é fundamental a comunicação e consentimento da família para qualquer divulgação além do grupo restrito.
Analisando as alternativas, vemos que a única que contempla esses aspectos, ou seja: compartilhar apenas o que é necessário, preservar os dados sensíveis, dialogar com a família e orientar o trabalho pedagógico a partir das necessidades do estudante, é a alternativa e.
As outras opções apresentam problemas como: compartilhar o relatório completo em grupos maiores (a), recusar o diálogo totalmente (b), solicitar autorização para divulgação ampla à turma (c) ou compartilhar informações sem identificação mas ainda assim envolvendo riscos (d).
Portanto, a conduta mais adequada é a da alternativa e.