Equipe Gabarite
EQUIPE
09/10/2026 • 07:01
Vamos falar um pouco sobre como o diagnóstico de enfermagem é estruturado especialmente na Atenção Básica, que é aquele cuidado próximo, contínuo e integral ao usuário. Na Atenção Básica, o acompanhamento é longitudinal, ou seja, o profissional vê o paciente várias vezes ao longo do tempo, e os diagnósticos precisam refletir essa dinâmica.
O diagnóstico de enfermagem não deve ser fixo ou estático; ele precisa acompanhar a evolução do estado do paciente e se adaptar às mudanças em seu quadro clínico. É comum que o enfermeiro estabeleça diagnósticos que considerem diferentes prazos para resultados esperados: curto, médio e longo prazo. Isso ajuda a planejar intervenções que vão desde ações imediatas até metas de saúde para o futuro.
Sobre as outras opções: exigir um número mínimo de diagnósticos a cada consulta não é uma recomendação padrão, o diagnóstico não é algo que fica necessariamente inalterado, e o sigilo sempre é importante, mas o compartilhamento também deve ocorrer com a família ou cuidadores conforme o contexto. A classificação CIPESC não substitui o diagnóstico de enfermagem e é utilizada para coletar dados epidemiológicos, não para a prática diária do cuidado individual.
Portanto, a opção que melhor reflete a prática recomendada para diagnósticos de enfermagem na Atenção Básica, contemplando a evolução e planejamento de cuidados é a letra d.
O diagnóstico de enfermagem não deve ser fixo ou estático; ele precisa acompanhar a evolução do estado do paciente e se adaptar às mudanças em seu quadro clínico. É comum que o enfermeiro estabeleça diagnósticos que considerem diferentes prazos para resultados esperados: curto, médio e longo prazo. Isso ajuda a planejar intervenções que vão desde ações imediatas até metas de saúde para o futuro.
Sobre as outras opções: exigir um número mínimo de diagnósticos a cada consulta não é uma recomendação padrão, o diagnóstico não é algo que fica necessariamente inalterado, e o sigilo sempre é importante, mas o compartilhamento também deve ocorrer com a família ou cuidadores conforme o contexto. A classificação CIPESC não substitui o diagnóstico de enfermagem e é utilizada para coletar dados epidemiológicos, não para a prática diária do cuidado individual.
Portanto, a opção que melhor reflete a prática recomendada para diagnósticos de enfermagem na Atenção Básica, contemplando a evolução e planejamento de cuidados é a letra d.