Ingrid Nunes
EQUIPE
09/10/2026 • 04:01
Essa questão trata das alterações laboratoriais em gatos com doença renal crônica avançada, cujo conhecimento é essencial para entender os mecanismos fisiopatológicos envolvidos. Primeiramente, a doença renal crônica resulta na perda progressiva da função renal, afetando a capacidade de filtração e excreção do rim.
Vamos analisar as alternativas: a) a elevação da ureia e creatinina ocorre devido à diminuição da taxa de filtração glomerular, não ao aumento. Portanto, essa alternativa está incorreta; b) glicosúria, cilindrúria e proteinúria indicam sim lesão renal, mas não necessariamente excluem lesões tubulares — pelo contrário, a presença desses sinais pode indicar comprometimento tubular; c) a anemia normocítica, normocrômica e arregenerativa decorre da deficiência na produção de eritropoetina pelos rins lesionados, sendo uma explicação fisiopatológica correta para a anemia na doença renal crônica; d) hipopotassemia não é típica em uremias, e hemólise não é o mecanismo principal; e) a acidose metabólica ocorre na doença renal crônica, mas não necessariamente por acidificação do pH urinário, já que o rim perde a capacidade de acidificar a urina adequadamente.
Portanto, a alternativa que corretamente associa a alteração laboratorial ao seu mecanismo fisiopatológico é a letra c.
Vamos analisar as alternativas: a) a elevação da ureia e creatinina ocorre devido à diminuição da taxa de filtração glomerular, não ao aumento. Portanto, essa alternativa está incorreta; b) glicosúria, cilindrúria e proteinúria indicam sim lesão renal, mas não necessariamente excluem lesões tubulares — pelo contrário, a presença desses sinais pode indicar comprometimento tubular; c) a anemia normocítica, normocrômica e arregenerativa decorre da deficiência na produção de eritropoetina pelos rins lesionados, sendo uma explicação fisiopatológica correta para a anemia na doença renal crônica; d) hipopotassemia não é típica em uremias, e hemólise não é o mecanismo principal; e) a acidose metabólica ocorre na doença renal crônica, mas não necessariamente por acidificação do pH urinário, já que o rim perde a capacidade de acidificar a urina adequadamente.
Portanto, a alternativa que corretamente associa a alteração laboratorial ao seu mecanismo fisiopatológico é a letra c.