Paciente de 45 anos, cadeirante, com lesão medular traumática há 10 anos, com...

Paciente de 45 anos, cadeirante, com lesão medular traumática há 10 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de rotina. Relata dificuldade para acessar a unidade devido à ausên...


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Paciente de 45 anos, cadeirante, com lesão medular traumática há 10 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de rotina. Relata dificuldade para acessar a unidade devido à ausência de rampas e sanitários acessíveis. Informa ainda que, ao solicitar consulta com oftalmologista para avaliação de catarata, foi orientado de que deveria aguardar a fila de regulação, sem atendimento prioritário em razão da deficiência.
Diante dessa situação, a conduta mais adequada da equipe de saúde é
Analisando...
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  • Ingrid Nunes
    Ingrid Nunes EQUIPE
    08/10/2026 • 22:01
    Essa questão aborda um tema muito importante dentro da saúde pública, que é a acessibilidade para pessoas com deficiência, além do direito ao atendimento prioritário e adequado.

    Começando pelo princípio, a pessoa com deficiência tem direito ao acesso facilitado aos serviços de saúde, incluindo adaptações na infraestrutura (como rampas e sanitários acessíveis) e atendimento prioritário, conforme preconizado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira nº 13.146/2015) e normas do SUS. Isso significa que a equipe deve garantir que o paciente seja acolhido de forma digna e sem obstáculos, e que a gestão da unidade seja comunicada para corrigir essas barreiras.

    Analisando as alternativas, a letra 'a' orienta o atendimento e registrar manifestação na ouvidoria, o que é importante, mas não se trata só disso. A 'b' sugere registrar e informar à gestão, mas não menciona o atendimento prioritário e acessível. A 'c' fala em assegurar atendimento acessível, reportar barreiras e orientar o paciente sobre os fluxos. A 'd' é semelhante, mas não menciona a necessidade do atendimento prioritário, algo essencial. A 'e' é a que contempla assegurar atendimento acessível e prioritário, adotar medidas para reduzir barreiras e comunicar a gestão para adequação física. Portanto, a melhor conduta é a letra 'e', pois inclui tanto o atendimento imediato e prioritário do paciente quanto o compromisso em melhorar a estrutura para ele e para outras pessoas com deficiência.
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