Ingrid Nunes
EQUIPE
08/10/2026 • 22:01
Essa questão aborda um tema muito importante dentro da saúde pública, que é a acessibilidade para pessoas com deficiência, além do direito ao atendimento prioritário e adequado.
Começando pelo princípio, a pessoa com deficiência tem direito ao acesso facilitado aos serviços de saúde, incluindo adaptações na infraestrutura (como rampas e sanitários acessíveis) e atendimento prioritário, conforme preconizado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira nº 13.146/2015) e normas do SUS. Isso significa que a equipe deve garantir que o paciente seja acolhido de forma digna e sem obstáculos, e que a gestão da unidade seja comunicada para corrigir essas barreiras.
Analisando as alternativas, a letra 'a' orienta o atendimento e registrar manifestação na ouvidoria, o que é importante, mas não se trata só disso. A 'b' sugere registrar e informar à gestão, mas não menciona o atendimento prioritário e acessível. A 'c' fala em assegurar atendimento acessível, reportar barreiras e orientar o paciente sobre os fluxos. A 'd' é semelhante, mas não menciona a necessidade do atendimento prioritário, algo essencial. A 'e' é a que contempla assegurar atendimento acessível e prioritário, adotar medidas para reduzir barreiras e comunicar a gestão para adequação física. Portanto, a melhor conduta é a letra 'e', pois inclui tanto o atendimento imediato e prioritário do paciente quanto o compromisso em melhorar a estrutura para ele e para outras pessoas com deficiência.
Começando pelo princípio, a pessoa com deficiência tem direito ao acesso facilitado aos serviços de saúde, incluindo adaptações na infraestrutura (como rampas e sanitários acessíveis) e atendimento prioritário, conforme preconizado pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira nº 13.146/2015) e normas do SUS. Isso significa que a equipe deve garantir que o paciente seja acolhido de forma digna e sem obstáculos, e que a gestão da unidade seja comunicada para corrigir essas barreiras.
Analisando as alternativas, a letra 'a' orienta o atendimento e registrar manifestação na ouvidoria, o que é importante, mas não se trata só disso. A 'b' sugere registrar e informar à gestão, mas não menciona o atendimento prioritário e acessível. A 'c' fala em assegurar atendimento acessível, reportar barreiras e orientar o paciente sobre os fluxos. A 'd' é semelhante, mas não menciona a necessidade do atendimento prioritário, algo essencial. A 'e' é a que contempla assegurar atendimento acessível e prioritário, adotar medidas para reduzir barreiras e comunicar a gestão para adequação física. Portanto, a melhor conduta é a letra 'e', pois inclui tanto o atendimento imediato e prioritário do paciente quanto o compromisso em melhorar a estrutura para ele e para outras pessoas com deficiência.