Matheus Fernandes
EQUIPE
08/10/2026 • 16:02
Vamos falar sobre terapia familiar e como o terapeuta deve agir em situações de famílias com muitos conflitos e desorganização. No cenário descrito, a família apresenta comunicação caótica, fronteiras pouco definidas e dificuldade para estabelecer regras e acordos. Isso indica um nível de desorganização significativo.
Na terapia familiar, o direcionamento e a estruturação das intervenções dependem do funcionamento da família. Famílias desorganizadas geralmente precisam de maior direcionamento do terapeuta para que elas possam se orientar, encontrar um padrão mais saudável de comunicação e estabelecer regras mais claras. Ou seja, quanto maior o conflito e a desorganização, maior o papel ativo e estruturante do terapeuta para ajudar a reorganizar as relações.
Portanto, intervenções mais estruturadas são indicadas para esses casos, com o terapeuta exercendo maior controle e guiando a família para desenvolver limites e estratégias que auxiliem no convívio diário. As alternativas que dizem que não se deve estruturar ou que o grau de direcionamento não varia ao longo do processo não estão corretas diante dessa realidade clínica.
Assim, a alternativa que melhor expressa esse entendimento é a letra E: a situação de elevada desorganização familiar demanda intervenções mais estruturadas e maior direcionamento do terapeuta.
Na terapia familiar, o direcionamento e a estruturação das intervenções dependem do funcionamento da família. Famílias desorganizadas geralmente precisam de maior direcionamento do terapeuta para que elas possam se orientar, encontrar um padrão mais saudável de comunicação e estabelecer regras mais claras. Ou seja, quanto maior o conflito e a desorganização, maior o papel ativo e estruturante do terapeuta para ajudar a reorganizar as relações.
Portanto, intervenções mais estruturadas são indicadas para esses casos, com o terapeuta exercendo maior controle e guiando a família para desenvolver limites e estratégias que auxiliem no convívio diário. As alternativas que dizem que não se deve estruturar ou que o grau de direcionamento não varia ao longo do processo não estão corretas diante dessa realidade clínica.
Assim, a alternativa que melhor expressa esse entendimento é a letra E: a situação de elevada desorganização familiar demanda intervenções mais estruturadas e maior direcionamento do terapeuta.