Em um ambulatório-escola, uma psicóloga atende, em terapia, uma família compo...

Em um ambulatório-escola, uma psicóloga atende, em terapia, uma família composta por mãe, padrasto e um adolescente de 15 anos encaminhado após conflitos frequentes em casa, episódios de agressivid...


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Em um ambulatório-escola, uma psicóloga atende, em terapia, uma família composta por mãe, padrasto e um adolescente de 15 anos encaminhado após conflitos frequentes em casa, episódios de agressividade verbal e recusa persistente em seguir regras familiares. Nas primeiras sessões, observa- -se comunicação caótica, interrupções constantes, fronteiras familiares pouco definidas e dificuldade dos membros em estabelecer acordos mínimos de convivência. A terapeuta considera diferentes possibilidades de manejo clínico quanto ao grau de estruturação das intervenções.

Tendo em vista os desenvolvimentos mais recentes da terapia familiar, é correto afirmar que, nesse caso,
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    08/10/2026 • 16:02
    Vamos falar sobre terapia familiar e como o terapeuta deve agir em situações de famílias com muitos conflitos e desorganização. No cenário descrito, a família apresenta comunicação caótica, fronteiras pouco definidas e dificuldade para estabelecer regras e acordos. Isso indica um nível de desorganização significativo.

    Na terapia familiar, o direcionamento e a estruturação das intervenções dependem do funcionamento da família. Famílias desorganizadas geralmente precisam de maior direcionamento do terapeuta para que elas possam se orientar, encontrar um padrão mais saudável de comunicação e estabelecer regras mais claras. Ou seja, quanto maior o conflito e a desorganização, maior o papel ativo e estruturante do terapeuta para ajudar a reorganizar as relações.

    Portanto, intervenções mais estruturadas são indicadas para esses casos, com o terapeuta exercendo maior controle e guiando a família para desenvolver limites e estratégias que auxiliem no convívio diário. As alternativas que dizem que não se deve estruturar ou que o grau de direcionamento não varia ao longo do processo não estão corretas diante dessa realidade clínica.

    Assim, a alternativa que melhor expressa esse entendimento é a letra E: a situação de elevada desorganização familiar demanda intervenções mais estruturadas e maior direcionamento do terapeuta.
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