Ingrid Nunes
EQUIPE
08/10/2026 • 15:02
Essa questão aborda conceitos da psicanálise, especificamente da teoria de Melanie Klein, que é famosa por desenvolver as ideias das posições esquizoparanóide e depressiva no desenvolvimento infantil.
Para entender a situação clínica descrita, primeiro precisamos lembrar o que significam essas posições. A posição esquizoparanóide é marcada por um pensamento mais primário, em que a criança divide o objeto (geralmente a mãe) em bons e maus de forma extrema, lidando com sentimentos de paranoia e fragmentação. Já a posição depressiva, que geralmente acontece depois, envolve a integração dos aspectos bons e maus do objeto, fazendo a criança perceber que pode amar e sentir raiva da mesma pessoa ao mesmo tempo, o que gera sentimento de culpa e o desejo de reparar os danos feitos.
No caso da menina, ela oscila entre falar que a mãe é “a melhor do mundo” e dizer que ela “merece desaparecer”. Além disso, ela destrói um desenho da mãe, mas depois fica triste e quer consertá-lo para que a mãe não “fique machucada”. Isso demonstra a coexistência de sentimentos amorosos e agressivos em relação à mãe, além do surgimento de culpa e desejo de reparar, características típicas da posição depressiva segundo Klein.
As outras alternativas não se encaixam tão bem: a opção 'a' menciona a posição esquizoparanóide, mas fala de integração estável, algo típico da posição depressiva; a 'c' fala do objeto transicional, que é outro conceito, mas não o mais destacado nesse caso; a 'd' refere-se ao complexo de Édipo, que não é o foco aqui; e a 'e' fala de regressão narcísica, que não corresponde ao quadro apresentado.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.
Para entender a situação clínica descrita, primeiro precisamos lembrar o que significam essas posições. A posição esquizoparanóide é marcada por um pensamento mais primário, em que a criança divide o objeto (geralmente a mãe) em bons e maus de forma extrema, lidando com sentimentos de paranoia e fragmentação. Já a posição depressiva, que geralmente acontece depois, envolve a integração dos aspectos bons e maus do objeto, fazendo a criança perceber que pode amar e sentir raiva da mesma pessoa ao mesmo tempo, o que gera sentimento de culpa e o desejo de reparar os danos feitos.
No caso da menina, ela oscila entre falar que a mãe é “a melhor do mundo” e dizer que ela “merece desaparecer”. Além disso, ela destrói um desenho da mãe, mas depois fica triste e quer consertá-lo para que a mãe não “fique machucada”. Isso demonstra a coexistência de sentimentos amorosos e agressivos em relação à mãe, além do surgimento de culpa e desejo de reparar, características típicas da posição depressiva segundo Klein.
As outras alternativas não se encaixam tão bem: a opção 'a' menciona a posição esquizoparanóide, mas fala de integração estável, algo típico da posição depressiva; a 'c' fala do objeto transicional, que é outro conceito, mas não o mais destacado nesse caso; a 'd' refere-se ao complexo de Édipo, que não é o foco aqui; e a 'e' fala de regressão narcísica, que não corresponde ao quadro apresentado.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.