Equipe Gabarite
EQUIPE
08/10/2026 • 15:02
Essa questão aborda um tema muito importante e delicado: a comunicação em contextos de fim de vida, especialmente com crianças e suas famílias. A transição para cuidados paliativos, que visa o conforto e qualidade de vida, exige uma abordagem sensível e personalizada, incluindo aspectos psicológicos e emocionais tanto para o paciente quanto para seus familiares.
É comum que pais, diante da doença grave de uma criança, sintam dificuldades para decidir o que e como falar. Muitas vezes, há um medo de aumentar o sofrimento da criança, levando à tentação de ocultar informações (como a mãe na questão). Porém, pesquisas e práticas em cuidados paliativos enfatizam que ocultar informações importantes pode gerar ansiedade e sentimentos de desamparo, já que a criança percebe as mudanças e questionamentos de forma natural, como ilustra o filho perguntando sobre os exames.
A conduta adequada envolve acolher o sofrimento da família, reconhecendo suas emoções, ao mesmo tempo em que se favorece uma comunicação clara e compatível com o nível de entendimento da criança. Orientar os pais a desenvolverem um diálogo honesto e ao mesmo tempo sustentado emocionalmente é fundamental para assegurar apoio psicológico ao paciente e a toda a família, facilitando o enfrentamento da situação.
Assim, as alternativas que sugerem ocultar informações (a, b), postergar a conversa até que os pais estejam preparados (c) ou focar só na criança excluindo o sofrimento dos pais (e) não são condutas indicadas na prática especializada em cuidados paliativos pediátricos.
Portanto, a opção correta é a letra d, que propõe acolhimento do sofrimento familiar, comunicação adequada e auxílio aos pais para que possam dialogar com a criança de maneira honesta e emocionalmente sustentável.
É comum que pais, diante da doença grave de uma criança, sintam dificuldades para decidir o que e como falar. Muitas vezes, há um medo de aumentar o sofrimento da criança, levando à tentação de ocultar informações (como a mãe na questão). Porém, pesquisas e práticas em cuidados paliativos enfatizam que ocultar informações importantes pode gerar ansiedade e sentimentos de desamparo, já que a criança percebe as mudanças e questionamentos de forma natural, como ilustra o filho perguntando sobre os exames.
A conduta adequada envolve acolher o sofrimento da família, reconhecendo suas emoções, ao mesmo tempo em que se favorece uma comunicação clara e compatível com o nível de entendimento da criança. Orientar os pais a desenvolverem um diálogo honesto e ao mesmo tempo sustentado emocionalmente é fundamental para assegurar apoio psicológico ao paciente e a toda a família, facilitando o enfrentamento da situação.
Assim, as alternativas que sugerem ocultar informações (a, b), postergar a conversa até que os pais estejam preparados (c) ou focar só na criança excluindo o sofrimento dos pais (e) não são condutas indicadas na prática especializada em cuidados paliativos pediátricos.
Portanto, a opção correta é a letra d, que propõe acolhimento do sofrimento familiar, comunicação adequada e auxílio aos pais para que possam dialogar com a criança de maneira honesta e emocionalmente sustentável.