Camila Duarte
EQUIPE
08/10/2026 • 08:02
A educação de surdos passou por diferentes abordagens filosóficas ao longo do tempo, que influenciaram diretamente a forma como o ensino para pessoas surdas foi concebido e implementado. Inicialmente, o Oralismo foi a abordagem predominante, focando no ensino da fala e leitura labial para integrar os surdos à sociedade ouvintes, muitas vezes rejeitando a Língua de Sinais.
Posteriormente, surgiram métodos mais inclusivos, como a Comunicação Total, que busca utilizar todos os meios possíveis de comunicação (fala, sinais, escrita) para apoiar o aprendizado, reconhecendo que cada aluno pode se beneficiar de diferentes formas de comunicação.
Finalmente, a abordagem do Bilinguismo se consolidou, a qual reconhece a Língua de Sinais como a primeira língua natural dos surdos e o idioma falado/escrito da comunidade como segunda língua. Essa visão valoriza a identidade cultural surda e promove uma educação que respeita a diversidade linguística.
Portanto, os três grandes marcos históricos e filosóficos que guiam a educação de surdos são o Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo, conforme alternativa 'a'.
Posteriormente, surgiram métodos mais inclusivos, como a Comunicação Total, que busca utilizar todos os meios possíveis de comunicação (fala, sinais, escrita) para apoiar o aprendizado, reconhecendo que cada aluno pode se beneficiar de diferentes formas de comunicação.
Finalmente, a abordagem do Bilinguismo se consolidou, a qual reconhece a Língua de Sinais como a primeira língua natural dos surdos e o idioma falado/escrito da comunidade como segunda língua. Essa visão valoriza a identidade cultural surda e promove uma educação que respeita a diversidade linguística.
Portanto, os três grandes marcos históricos e filosóficos que guiam a educação de surdos são o Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo, conforme alternativa 'a'.