David Castilho
EQUIPE
07/10/2026 • 15:02
Vamos conversar um pouco sobre o PEATE, que é o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, uma técnica usada para avaliar a via auditiva até o nível do tronco encefálico. Basicamente, o PEATE ajuda a identificar onde pode haver problema na audição, seja na orelha, no nervo ou no cérebro. Agora, a questão traz a situação na qual a pesquisa por via óssea deve ser obrigatoriamente incluída. Essa pesquisa é fundamental para distinguir se a perda auditiva é condutiva ou neurossensorial, porque a via óssea 'contorna' o ouvido externo e médio, enviando o som direto para o ouvido interno.
Se pensarmos nas opções, por exemplo, latências absolutas preservadas (a) indicam que a condução é normal nos tempos esperados, o que não obrigaria a pesquisa via óssea necessariamente. Microfonismo coclear (b) é um fenômeno característico da orelha média, relacionado a problemas de vibração, e a pesquisa via óssea deve ajudar nesse diagnóstico. Limiar auditivo elevado (c) aponta para perda auditiva, mas não especifica o tipo; é importante a via óssea para fazer o diagnóstico diferencial. Ondas neurais reprodutíveis (d) e sincronismo neural adequado (e) indicam uma boa transmissão neural, não necessariamente requerendo a via óssea para avaliar a condutividade.
De todas essas opções, a que mais indica a obrigatoriedade da pesquisa via óssea para diagnóstico diferencial audiológico é a opção c), pois níveis elevados de limiares auditivos merecem a avaliação da via óssea para saber se a perda é condutiva ou neurossensorial.
Portanto, a resposta correta é: c.
Se pensarmos nas opções, por exemplo, latências absolutas preservadas (a) indicam que a condução é normal nos tempos esperados, o que não obrigaria a pesquisa via óssea necessariamente. Microfonismo coclear (b) é um fenômeno característico da orelha média, relacionado a problemas de vibração, e a pesquisa via óssea deve ajudar nesse diagnóstico. Limiar auditivo elevado (c) aponta para perda auditiva, mas não especifica o tipo; é importante a via óssea para fazer o diagnóstico diferencial. Ondas neurais reprodutíveis (d) e sincronismo neural adequado (e) indicam uma boa transmissão neural, não necessariamente requerendo a via óssea para avaliar a condutividade.
De todas essas opções, a que mais indica a obrigatoriedade da pesquisa via óssea para diagnóstico diferencial audiológico é a opção c), pois níveis elevados de limiares auditivos merecem a avaliação da via óssea para saber se a perda é condutiva ou neurossensorial.
Portanto, a resposta correta é: c.