Ingrid Nunes
EQUIPE
07/10/2026 • 14:02
Vamos conversar um pouquinho sobre cardápios em Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN). O cardápio não é apenas uma lista de pratos, ele é essencial para planejar todo o processo, garantir a qualidade nutricional e até mesmo ajudar na gestão econômica do estabelecimento.
Analisando a alternativa A, ela sugere que não se deve usar óleo, gorduras, sal e açúcar sequer na preparação, o que não é correto. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda o uso moderado e equilibrado, não a eliminação total, mesmo para grupos saudáveis ou enfermos.
A alternativa B fala da monotonia alimentar no self-service e sugere que é melhor ter menos opções, mas mais variedade semanalmente. Isso faz sentido, porque mesmo com muitas opções, o hábito das pessoas pode limitar a variedade que realmente consomem, então priorizar variedade ao longo da semana é uma boa estratégia.
A alternativa C propõe ignorar estrutura física, matéria-prima e recursos humanos ao elaborar o cardápio. Isso é impraticável, porque o cardápio deve alinhar-se à capacidade da unidade para evitar desperdícios e garantir qualidade.
Na alternativa D, indica-se que salada e sopa de legumes devem ser servidas juntas para enriquecer nutricionalmente a refeição. Isso não é recomendado, pois a repetição do mesmo ingrediente pode cansar o paladar e não é uma prática habitual para oferecer diversidade nutricional.
Já a alternativa E fala que, se massas forem o prato-base, o porcionamento deve ser inferior ao do arroz e feijão e que deve haver obrigatoriamente um acompanhamento proteico. Isso está alinhado com a ideia de equilibrar a refeição, pois massas costumam ser mais calóricas e menos proteicas que arroz e feijão, então o acompanhamento proteico é importante.
Dessa análise, a alternativa B é aquela que melhor reflete conceitos práticos da gestão de cardápio em UAN, especialmente em serviço self-service onde a percepção do cliente sobre variedade é crucial para satisfação.
Gabarito: B
Analisando a alternativa A, ela sugere que não se deve usar óleo, gorduras, sal e açúcar sequer na preparação, o que não é correto. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda o uso moderado e equilibrado, não a eliminação total, mesmo para grupos saudáveis ou enfermos.
A alternativa B fala da monotonia alimentar no self-service e sugere que é melhor ter menos opções, mas mais variedade semanalmente. Isso faz sentido, porque mesmo com muitas opções, o hábito das pessoas pode limitar a variedade que realmente consomem, então priorizar variedade ao longo da semana é uma boa estratégia.
A alternativa C propõe ignorar estrutura física, matéria-prima e recursos humanos ao elaborar o cardápio. Isso é impraticável, porque o cardápio deve alinhar-se à capacidade da unidade para evitar desperdícios e garantir qualidade.
Na alternativa D, indica-se que salada e sopa de legumes devem ser servidas juntas para enriquecer nutricionalmente a refeição. Isso não é recomendado, pois a repetição do mesmo ingrediente pode cansar o paladar e não é uma prática habitual para oferecer diversidade nutricional.
Já a alternativa E fala que, se massas forem o prato-base, o porcionamento deve ser inferior ao do arroz e feijão e que deve haver obrigatoriamente um acompanhamento proteico. Isso está alinhado com a ideia de equilibrar a refeição, pois massas costumam ser mais calóricas e menos proteicas que arroz e feijão, então o acompanhamento proteico é importante.
Dessa análise, a alternativa B é aquela que melhor reflete conceitos práticos da gestão de cardápio em UAN, especialmente em serviço self-service onde a percepção do cliente sobre variedade é crucial para satisfação.
Gabarito: B