Durante uma reunião do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, foi apresentado um
relatório indicando que crianças e adolescentes do município estão enfrentando longos períodos de espera
para atendimento médico em unidades de saúde, bem como dificuldade de acesso a atividades esportivas
e culturais mantidas pelo poder público. Alguns gestores locais justificaram a situação alegando restrições
orçamentárias e afirmaram que a prioridade de atendimento deveria ser destinada aos adultos, considerados
“mais produtivos para a sociedade”.
Com base no Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é CORRETO afirmar que: