Ingrid Nunes
EQUIPE
18/10/2026 • 23:01
Vamos falar sobre os princípios dos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes. Esses serviços têm como objetivo garantir um ambiente seguro e protetor para aqueles que, por algum motivo, não podem permanecer com sua família de origem. Para isso, existe um conjunto de princípios que norteiam a atuação desses serviços.
Primeiro, a excepcionalidade do afastamento do convívio familiar significa que essa medida deve ser usada somente quando absolutamente necessária, ou seja, é uma exceção e não a regra. Segunda coisa, a provisoriedade do afastamento reforça que essa situação deve ser temporária, buscando sempre uma solução para o retorno ou a reintegração.
Também temos a preservação e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, porque é fundamental manter o laço da criança ou adolescente com sua rede afetiva e social.
Outro princípio importante é a garantia de acesso e respeito à diversidade e a não discriminação, assegurando que o acolhimento respeite as particularidades e direitos de cada pessoa.
Por fim, a alternativa que fala em oferta de atendimento padrão e coletivo não faz sentido dentro dos princípios, pois o acolhimento deve ser individualizado e respeitar as necessidades específicas de cada criança ou adolescente, e não padronizado ou apenas coletivo.
Portanto, a alternativa que não é um princípio dos serviços de acolhimento é a letra d) Oferta de Atendimento Padrão e Coletivo.
Primeiro, a excepcionalidade do afastamento do convívio familiar significa que essa medida deve ser usada somente quando absolutamente necessária, ou seja, é uma exceção e não a regra. Segunda coisa, a provisoriedade do afastamento reforça que essa situação deve ser temporária, buscando sempre uma solução para o retorno ou a reintegração.
Também temos a preservação e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, porque é fundamental manter o laço da criança ou adolescente com sua rede afetiva e social.
Outro princípio importante é a garantia de acesso e respeito à diversidade e a não discriminação, assegurando que o acolhimento respeite as particularidades e direitos de cada pessoa.
Por fim, a alternativa que fala em oferta de atendimento padrão e coletivo não faz sentido dentro dos princípios, pois o acolhimento deve ser individualizado e respeitar as necessidades específicas de cada criança ou adolescente, e não padronizado ou apenas coletivo.
Portanto, a alternativa que não é um princípio dos serviços de acolhimento é a letra d) Oferta de Atendimento Padrão e Coletivo.