Ingrid Nunes
EQUIPE
15/10/2026 • 02:01
Vamos falar um pouco sobre proteção integral à criança e ao adolescente, um tema fundamental na área da assistência social e da educação.
Quando uma criança ou adolescente relata uma situação de violência, o princípio da proteção integral determina que devemos acolher essa denúncia com muito cuidado, evitando expor a criança a revitimização. Ou seja, não se deve fazer com que ela repita várias vezes o relato, pois isso pode causar ainda mais sofrimento. É essencial registrar as informações necessárias e acionar os órgãos competentes, como o Conselho Tutelar, para que as medidas de proteção sejam tomadas o quanto antes.
Além disso, a investigação não cabe primeiro aos profissionais da escola ou do serviço social, mas sim aos órgãos responsáveis, garantindo o devido processo legal. O relato da criança, por si só, já autoriza a abertura de procedimentos, mesmo sem confirmação imediata por exame ou testemunhas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b, que orienta o profissional a acolher sem investigação detalhada, evitar a repetição do relato e acionar o fluxo de proteção conforme o risco. As outras opções apresentam equívocos, como exigir a reunião para repetir o relato (a), condicionar a comunicação à confirmação externa (c), ou transferir totalmente a responsabilidade para outro órgão (d).
Quando uma criança ou adolescente relata uma situação de violência, o princípio da proteção integral determina que devemos acolher essa denúncia com muito cuidado, evitando expor a criança a revitimização. Ou seja, não se deve fazer com que ela repita várias vezes o relato, pois isso pode causar ainda mais sofrimento. É essencial registrar as informações necessárias e acionar os órgãos competentes, como o Conselho Tutelar, para que as medidas de proteção sejam tomadas o quanto antes.
Além disso, a investigação não cabe primeiro aos profissionais da escola ou do serviço social, mas sim aos órgãos responsáveis, garantindo o devido processo legal. O relato da criança, por si só, já autoriza a abertura de procedimentos, mesmo sem confirmação imediata por exame ou testemunhas.
Portanto, a alternativa correta é a letra b, que orienta o profissional a acolher sem investigação detalhada, evitar a repetição do relato e acionar o fluxo de proteção conforme o risco. As outras opções apresentam equívocos, como exigir a reunião para repetir o relato (a), condicionar a comunicação à confirmação externa (c), ou transferir totalmente a responsabilidade para outro órgão (d).