Camila Duarte
EQUIPE
15/10/2026 • 01:01
Vamos conversar sobre um tema muito importante: a proteção da criança contra violência. Quando uma criança relata algo que sugere abuso ou maus-tratos, mesmo que não haja marcas visíveis, isso deve ser levado a sério. A lei brasileira estabelece o dever de comunicar suspeitas ou confirmações de abuso ao Conselho Tutelar, que é o órgão responsável por proteger os direitos das crianças e adolescentes. Isso é um dever legal, o que significa que profissionais que lidam com crianças não podem simplesmente esperar por provas concretas ou confirmar a situação com a família antes de agir.
No caso apresentado, a criança contou espontaneamente sobre um possível abuso, o que já configura uma situação preocupante que deve ser comunicada às autoridades competentes imediatamente. A ausência de marcas e o fato da família comparecer às reuniões não eliminam a suspeita de violência, pois nem todo abuso deixa sinais físicos e a convivência familiar não indica necessariamente um ambiente seguro.
Portanto, a atitude correta da direção da unidade escolar é comunicar o relato ao Conselho Tutelar o quanto antes para que os órgãos de proteção possam investigar e garantir a segurança da criança. Assim, a alternativa b) está correta.
No caso apresentado, a criança contou espontaneamente sobre um possível abuso, o que já configura uma situação preocupante que deve ser comunicada às autoridades competentes imediatamente. A ausência de marcas e o fato da família comparecer às reuniões não eliminam a suspeita de violência, pois nem todo abuso deixa sinais físicos e a convivência familiar não indica necessariamente um ambiente seguro.
Portanto, a atitude correta da direção da unidade escolar é comunicar o relato ao Conselho Tutelar o quanto antes para que os órgãos de proteção possam investigar e garantir a segurança da criança. Assim, a alternativa b) está correta.