Marcos de Castro
EQUIPE
14/10/2026 • 22:01
Essa questão trata da postura adequada a ser adotada por um supervisor ao receber um relato de possível negligência familiar durante uma visita domiciliar feita pelo Programa Criança Feliz. O tema central aqui envolve o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a importância da rede de proteção social para garantir a segurança e o bem-estar da criança. É fundamental entender que o Programa Criança Feliz trabalha com famílias e crianças em situação de vulnerabilidade, e a identificação de possíveis riscos deve ser corretamente registrada e encaminhada para os órgãos competentes da rede de proteção.
A alternativa a) está incorreta porque omitir o registro da situação pode prejudicar a criança, ignorando o dever de proteger estabelecido pelas políticas públicas e pelo ECA
A alternativa b) é inadequada, pois interromper o acompanhamento não resolve a situação e pode deixar a criança desassistida.
A alternativa d) está errada ao colocar a responsabilidade exclusivamente na visitadora, sem a articulação necessária com a rede de proteção.
A alternativa e) ignora o papel do programa em identificar situações que podem comprometer o desenvolvimento infantil e o direito à proteção.
A alternativa c) é a mais adequada porque orienta o registro da situação e o encaminhamento através da articulação com os serviços da rede de proteção social, como o CRAS, Conselho Tutelar e outros, o que está alinhado com o ECA e as melhores práticas de proteção à criança e ao adolescente.
Portanto, o procedimento correto é aquele que envolve o registro e o encaminhamento formal ao sistema de proteção, garantindo que a situação seja acompanhada por profissionais qualificados e órgãos competentes.
Gabarito: c
A alternativa a) está incorreta porque omitir o registro da situação pode prejudicar a criança, ignorando o dever de proteger estabelecido pelas políticas públicas e pelo ECA
A alternativa b) é inadequada, pois interromper o acompanhamento não resolve a situação e pode deixar a criança desassistida.
A alternativa d) está errada ao colocar a responsabilidade exclusivamente na visitadora, sem a articulação necessária com a rede de proteção.
A alternativa e) ignora o papel do programa em identificar situações que podem comprometer o desenvolvimento infantil e o direito à proteção.
A alternativa c) é a mais adequada porque orienta o registro da situação e o encaminhamento através da articulação com os serviços da rede de proteção social, como o CRAS, Conselho Tutelar e outros, o que está alinhado com o ECA e as melhores práticas de proteção à criança e ao adolescente.
Portanto, o procedimento correto é aquele que envolve o registro e o encaminhamento formal ao sistema de proteção, garantindo que a situação seja acompanhada por profissionais qualificados e órgãos competentes.
Gabarito: c