Matheus Fernandes
EQUIPE
22/10/2026 • 12:01
Vamos conversar sobre estruturas organizacionais, que são as formas como as empresas organizam suas equipes e decisões. Aqui, a organização X é do tipo linear, onde toda decisão precisa passar por um único chefe imediato. Isso já funciona bem em estruturas pequenas, porque as linhas de comando são claras, mas quando a empresa cresce e as demandas aumentam — ainda mais se forem especializadas — isso causa sobrecarga no chefe.
Perceba que o problema é a demora e a dificuldade do chefe em lidar com decisões muito específicas e fora da sua área. A alternativa de manter a estrutura linear e trocar o chefe (letra C) não resolve o problema, porque o modelo continua centralizado e com poucas pessoas tomando decisões. Pedir para o chefe fazer horas extras (letra D) é só uma solução temporária, sem mudar a raiz do problema.
Uma opção mais viável para organizações lineares que crescem é a organização linha-staff (letra A). Nessa estrutura, além da linha hierárquica tradicional, são criados setores especializados (staff) que oferecem suporte técnico e consultivo para o chefe, sem retirar a autoridade dele (não há subordinação múltipla). Isso reduz a sobrecarga e aumenta a eficiência nas decisões especializadas.
A organização funcional (letra B) implica que as pessoas respondem a vários chefes conforme sua área, o que gera subordinação múltipla e perda de autoridade, exatamente o que o enunciado quer evitar. Delegar funções para um subordinado (letra E) pode ser uma prática válida, mas a questão pede que a mudança seja no tipo da estrutura organizacional para resolver o problema, então essa alternativa não atende o pedido corretamente.
Portanto, a solução correta para o caso da instituição X é a letra A, alterar o tipo de organização para linha-staff, que mantém comando claro e evita sobrecarga e demora nas decisões.
Perceba que o problema é a demora e a dificuldade do chefe em lidar com decisões muito específicas e fora da sua área. A alternativa de manter a estrutura linear e trocar o chefe (letra C) não resolve o problema, porque o modelo continua centralizado e com poucas pessoas tomando decisões. Pedir para o chefe fazer horas extras (letra D) é só uma solução temporária, sem mudar a raiz do problema.
Uma opção mais viável para organizações lineares que crescem é a organização linha-staff (letra A). Nessa estrutura, além da linha hierárquica tradicional, são criados setores especializados (staff) que oferecem suporte técnico e consultivo para o chefe, sem retirar a autoridade dele (não há subordinação múltipla). Isso reduz a sobrecarga e aumenta a eficiência nas decisões especializadas.
A organização funcional (letra B) implica que as pessoas respondem a vários chefes conforme sua área, o que gera subordinação múltipla e perda de autoridade, exatamente o que o enunciado quer evitar. Delegar funções para um subordinado (letra E) pode ser uma prática válida, mas a questão pede que a mudança seja no tipo da estrutura organizacional para resolver o problema, então essa alternativa não atende o pedido corretamente.
Portanto, a solução correta para o caso da instituição X é a letra A, alterar o tipo de organização para linha-staff, que mantém comando claro e evita sobrecarga e demora nas decisões.