Matheus Fernandes
EQUIPE
23/10/2026 • 02:01
Vamos falar um pouco sobre a leitura e sua importância, principalmente na formação do leitor literário, tema que é o cerne dessa questão. No texto, Bartolomeu Campos de Queirós traz uma visão bastante poética sobre a relação entre leitor e texto, destacando como a leitura ultrapassa a solidão e cria um encontro entre duas pessoas — o escritor e o leitor — através das palavras e silencios.
A alternativa (a) diz que o autor defende a leitura como um processo libertário e humanizador. Isso está muito alinhado com o texto, que menciona a liberdade do leitor em se ceder à escrita do outro e o encontro fraterno que se estabelece. É uma clara defesa de que a leitura amplia horizontes, iluminando o sujeito por meio de novos entendimentos, o que tem sentido tanto de libertação quanto de humanização.
A alternativa (b) fala que todo leitor deve agir como escritor. O texto cita que "cabe ao escritor estirar sua fantasia para, assim, o leitor projetar seus sonhos", mas não afirma que todo leitor necessariamente precisa escrever. O foco está mais na interação do leitor com a escrita do outro, não numa obrigação do leitor se tornar escritor.
A alternativa (c) indica que a leitura confirma conhecimentos já possuídos. Porém, o texto reforça que a leitura provoca o surgimento de novos dizeres e redimensiona entendimentos, ou seja, vai além da confirmação, trazendo expansão do saber.
Na alternativa (d), a frase "O livro é passaporte, é bilhete de partida" é interpretada como reforçando o papel prioritário do entretenimento na leitura. Mas, no contexto, essa frase simboliza o poder da leitura para abrir portas e horizontes, ou seja, viajar pelo pensamento e conhecer novos mundos, indo muito além de mero entretenimento.
Por fim, a alternativa (e) diz que o leitor se inscreve nas palavras e silencia na escrita do outro. O texto fala que o leitor se inscreve entre as palavras e os silêncios do escritor, o que é sutilmente diferente do que está na alternativa, que inverte esse sentido, sugerindo que o leitor silencia na escrita, o que não é correto.
Portanto, a alternativa correta é a (a).
A alternativa (a) diz que o autor defende a leitura como um processo libertário e humanizador. Isso está muito alinhado com o texto, que menciona a liberdade do leitor em se ceder à escrita do outro e o encontro fraterno que se estabelece. É uma clara defesa de que a leitura amplia horizontes, iluminando o sujeito por meio de novos entendimentos, o que tem sentido tanto de libertação quanto de humanização.
A alternativa (b) fala que todo leitor deve agir como escritor. O texto cita que "cabe ao escritor estirar sua fantasia para, assim, o leitor projetar seus sonhos", mas não afirma que todo leitor necessariamente precisa escrever. O foco está mais na interação do leitor com a escrita do outro, não numa obrigação do leitor se tornar escritor.
A alternativa (c) indica que a leitura confirma conhecimentos já possuídos. Porém, o texto reforça que a leitura provoca o surgimento de novos dizeres e redimensiona entendimentos, ou seja, vai além da confirmação, trazendo expansão do saber.
Na alternativa (d), a frase "O livro é passaporte, é bilhete de partida" é interpretada como reforçando o papel prioritário do entretenimento na leitura. Mas, no contexto, essa frase simboliza o poder da leitura para abrir portas e horizontes, ou seja, viajar pelo pensamento e conhecer novos mundos, indo muito além de mero entretenimento.
Por fim, a alternativa (e) diz que o leitor se inscreve nas palavras e silencia na escrita do outro. O texto fala que o leitor se inscreve entre as palavras e os silêncios do escritor, o que é sutilmente diferente do que está na alternativa, que inverte esse sentido, sugerindo que o leitor silencia na escrita, o que não é correto.
Portanto, a alternativa correta é a (a).