Marcos de Castro
EQUIPE
23/10/2026 • 21:01
Vamos conversar sobre o tema do desenvolvimento infantil focando no processo de retirada da fralda, que é um marco importante para crianças pequenas. Geralmente, esse processo deve respeitar o tempo e os sinais de prontidão da criança, pois cada uma tem seu ritmo para desenvolver o controle esfincteriano, ou seja, para controlar a urina e o cocô.
No caso de uma criança de dois anos e quatro meses que ainda não comunica quando quer usar o banheiro, a melhor conduta não é forçar a retirada da fralda. Forçar pode gerar ansiedade ou frustração, além de não respeitar o desenvolvimento natural da criança. O ideal é observar sinais de prontidão, como interesse no vaso sanitário, capacidade de compreender ordens simples, interrupção voluntária da micção, entre outros.
Além disso, a atuação deve ser em parceria com a família, já que a rotina em casa e na creche deve estar alinhada para que a criança se sinta confortável durante esse processo. Manter a fralda até os três anos como regra não é adequado porque, apesar de muitos controlarem mais tarde, algumas crianças estão prontas antes disso; o importante é o individual.
Condicionar a retirada da fralda a autorização médica também não é a abordagem correta, pois esse processo não depende exclusivamente de avaliação clínica, e sim do desenvolvimento da criança. Por fim, retirar abruptamente a fralda em todos os momentos e apenas comunicar os escapes para a família pode causar estresse e não articula um processo gradual e respeitoso.
Portanto, a alternativa que melhor representa a conduta adequada é a letra a), pois sugere observar os sinais da criança e conduzir o processo junto com a família, o que é um jeito cuidadoso, respeitando o desenvolvimento infantil.
Gabarito: a
No caso de uma criança de dois anos e quatro meses que ainda não comunica quando quer usar o banheiro, a melhor conduta não é forçar a retirada da fralda. Forçar pode gerar ansiedade ou frustração, além de não respeitar o desenvolvimento natural da criança. O ideal é observar sinais de prontidão, como interesse no vaso sanitário, capacidade de compreender ordens simples, interrupção voluntária da micção, entre outros.
Além disso, a atuação deve ser em parceria com a família, já que a rotina em casa e na creche deve estar alinhada para que a criança se sinta confortável durante esse processo. Manter a fralda até os três anos como regra não é adequado porque, apesar de muitos controlarem mais tarde, algumas crianças estão prontas antes disso; o importante é o individual.
Condicionar a retirada da fralda a autorização médica também não é a abordagem correta, pois esse processo não depende exclusivamente de avaliação clínica, e sim do desenvolvimento da criança. Por fim, retirar abruptamente a fralda em todos os momentos e apenas comunicar os escapes para a família pode causar estresse e não articula um processo gradual e respeitoso.
Portanto, a alternativa que melhor representa a conduta adequada é a letra a), pois sugere observar os sinais da criança e conduzir o processo junto com a família, o que é um jeito cuidadoso, respeitando o desenvolvimento infantil.
Gabarito: a