Em seu artigo “Mídia, cognição e educação” (Revista Educar , 2005), Tânia Stoltz destaca que: “Por meio das
diferentes linguagens que veicula, a mídia permite rápida circulação de inúmeras mensagens, que muitas vezes
apenas objetivam o estabelecimento de um dado comportamento, sem a reflexão da necessidade e
consequências deste comportamento. Mas a percepção crítica de determinada mensagem, envolve, portanto,
não só a veiculação da informação no social, mas um trabalho cognitivo. [...] A contribuição da mídia será tanto
maior, quanto maior [for] a atividade reflexiva do sujeito, desencadeada a partir da transmissão de sua
mensagem. Isto se pretendemos o desenvolvimento de um sujeito reflexivo e crítico (STOLTZ; PARRAT-DAYAN,
2005, p.151)”. De acordo com essas ideias, o desenvolvimento deste trabalho cognitivo, a partir da influência
midiática em que nossos jovens estão imersos, com vista a formação de um sujeito crítico-reflexivo, considera-se
que
a) a influência dos pais, ao informar a respeito do perigo das mensagens veiculadas pelas mídias, auxilia no
desenvolvimento cognitivo do estudante.
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b) é importante o controle e a seleção, por parte dos pais e professores, de conteúdos midiáticos, aos quais
os estudantes estão expostos.
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c) a abordagem pedagógica das mídias na sala de aula deve ser desenvolvida a partir de uma
intencionalidade por parte do professor, a fim de que ele faça intervenções que levem os estudantes a
refletirem a respeito das mensagens que lhes são passadas, desenvolvendo assim, sua atividade
mental.
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d) o desenvolvimento de um trabalho com estudantes utilizando mensagens midiáticas que explorem os
aspectos das imagens, da memória e da imitação, contribui para que eles tenham um posicionamento
crítico diante dessas mensagens.
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e) a utilização de estratégias de ensino que utilizem as mídias como recurso didático contribui para o
desenvolvimento cognitivo do aluno.
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