Atividades lúdicas contribuem favoravelmente no processo de aprendizagem. É f...

Atividades lúdicas contribuem favoravelmente no processo de aprendizagem. É fundamental para o desenvolvimento global (motor, afetivo, cognitivo e social) que a criança brinque. Sendo assim, as ati...


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Atividades lúdicas contribuem favoravelmente no processo de aprendizagem. É fundamental para o desenvolvimento global (motor, afetivo, cognitivo e social) que a criança brinque. Sendo assim, as atividades lúdicas têm sido utilizadas de maneira direcionadas para os atendimentos psicopedagógicos. Relacione os autores e suas respectivas reflexões sobre a importância do brincar, associando a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. Huizinga.
2. Froebel.
3. Kishimoto.
4. Vygotsky.

Coluna 2
( ) O brincar é compreendido como uma ação livre que pode ser iniciada e conduzida pela própria criança, proporcionando prazer, é envolvente, relaxa, ensina regras, desenvolve habilidades e as linguagens e possibilita a criação de um mundo imaginário.
( ) Cultivou o conceito de Jardim de Infância, cuja concepção de brincar é estar livre em contato com a natureza, com brinquedos como bola, cilindros, cubos e melodias fáceis.
( ) A atividade do brincar é fundamentalmente relacionada ao desenvolvimento psíquico, pode ampliar as possibilidades de agir sobre o mundo. Seus estudos foram desenvolvidos em crianças com deficiência.
( ) A ludicidade é uma condição inerente ao ser humano, denominada de homo ludes. Ela precisa encontrar ressonância tanto no meio infantil quanto no meio adulto. Uma das singularidades da ludicidade está relacionada à inutilidade enquanto finalidade pragmática pelo mundo do trabalho.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analisando...
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  • Camila Duarte
    Camila Duarte EQUIPE
    25/10/2026 • 04:01
    Vamos conversar um pouco sobre o tema das atividades lúdicas e os grandes pensadores que refletem sobre a importância do brincar. O ato de brincar é fundamental para o desenvolvimento infantil em vários aspectos: motor, cognitivo, social e afetivo. Vários autores discutiram essa relevância, cada um trazendo sua perspectiva sobre o que o brincar representa para a criança e para a aprendizagem.

    Primeiro, Johan Huizinga é conhecido por sua teoria do 'homo ludens', onde ele afirma que o jogo (ou a ludicidade) é uma atividade inerente ao ser humano que não tem finalidade prática direta, ou seja, o brincar é uma atividade que se sustenta por si só, uma forma de expressão humana valiosa tanto na infância quanto na vida adulta. Essa ideia se encaixa na descrição que fala sobre a ludicidade como condição inerente, ligada à inutilidade pragmática.

    Já Friedrich Froebel é o idealizador do conceito de Jardim de Infância, defendendo que o brincar livre em contato com a natureza e brinquedos simples como bolas e cubos é essencial para o desenvolvimento infantil. Isso se relaciona com a descrição que traz o conceito de brincar como estar livre, em contato com a natureza e alguns brinquedos.

    Por sua vez, Kishimoto aborda o brincar como uma ação livre iniciada pela própria criança, que é prazerosa, envolvente, relaxante e que promove o desenvolvimento de habilidades e a imaginação. Essa reflexão está associada exatamente à descrição que menciona o brincar como ação livre e prazerosa.

    Finalmente, Lev Vygotsky destaca o papel do brincar no desenvolvimento psíquico e nas possibilidades de a criança agir sobre o mundo, especialmente em seus estudos com crianças com deficiência. Isso se conecta ao item que fala sobre o brincar como fundamental para o desenvolvimento psíquico e a ampliação de possibilidades de interação com o mundo.

    Portanto, relacionando as colunas:
    - O Brincar como ação livre e prazerosa: Kishimoto (3).
    - O conceito de Jardim de infância e brinquedos simples: Froebel (2).
    - Desenvolvimento psíquico e atuação no mundo em crianças com deficiência: Vygotsky (4).
    - Ludicidade como uma condição humana inerente (homo ludens): Huizinga (1).

    Com isso, a sequência correta é: 3 – 2 – 4 – 1, que corresponde à alternativa d).
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