David Castilho
EQUIPE
25/10/2026 • 02:01
Esta questão aborda a história da escola pública moderna, que é um tema clássico em concursos ligados à educação, história e políticas públicas. Para entender essa questão, é importante lembrar que a escola moderna, como a conhecemos, desenvolveu-se intensamente entre os séculos XVIII e XX, em paralelo com a formação dos Estados nacionais e o crescimento das necessidades burocráticas desses Estados.
Vamos analisar as alternativas uma a uma. A alternativa (a) está incorreta porque a universalização do ensino não foi promovida primariamente pelas corporações medievais; na verdade, durante a Idade Média, a educação era bastante restrita e fragmentada, principalmente controlada por igrejas e corporações, mas sem caráter universal e sem expressão estatal significativa nesse sentido.
A alternativa (b) destaca que a escola moderna se consolidou como uma instituição associada ao Estado-nação, à burocracia e à cidadania. Isso é correto, pois a escola pública surge para organizar a educação de forma mais ampla, ajudando na formação de cidadãos e na administração estatal, refletindo a centralidade do Estado no processo educacional.
A alternativa (c) está errada porque a escolarização obrigatória não foi política das universidades para democratizar o ensino superior; ela surgiu principalmente como necessidade do Estado de alfabetizar e formar os futuros cidadãos e trabalhadores, não diretamente relacionada à democratização do acesso universitário.
A alternativa (d) é incorreta, pois a educação pública não se desenvolveu exclusivamente em oposição às revoluções industriais; pelo contrário, muitas vezes a expansão da escola pública esteve ligada a mudanças econômicas e sociais promovidas pela industrialização, respondendo às novas demandas da economia e da sociedade.
Já a alternativa (e) também está incorreta, porque o currículo da escola moderna, desde sua origem, foi influenciado por demandas econômicas, principalmente focado em formar trabalhadores e cidadãos aptos para o mercado e para a administração do Estado.
Portanto, a alternativa correta é a (b).
Vamos analisar as alternativas uma a uma. A alternativa (a) está incorreta porque a universalização do ensino não foi promovida primariamente pelas corporações medievais; na verdade, durante a Idade Média, a educação era bastante restrita e fragmentada, principalmente controlada por igrejas e corporações, mas sem caráter universal e sem expressão estatal significativa nesse sentido.
A alternativa (b) destaca que a escola moderna se consolidou como uma instituição associada ao Estado-nação, à burocracia e à cidadania. Isso é correto, pois a escola pública surge para organizar a educação de forma mais ampla, ajudando na formação de cidadãos e na administração estatal, refletindo a centralidade do Estado no processo educacional.
A alternativa (c) está errada porque a escolarização obrigatória não foi política das universidades para democratizar o ensino superior; ela surgiu principalmente como necessidade do Estado de alfabetizar e formar os futuros cidadãos e trabalhadores, não diretamente relacionada à democratização do acesso universitário.
A alternativa (d) é incorreta, pois a educação pública não se desenvolveu exclusivamente em oposição às revoluções industriais; pelo contrário, muitas vezes a expansão da escola pública esteve ligada a mudanças econômicas e sociais promovidas pela industrialização, respondendo às novas demandas da economia e da sociedade.
Já a alternativa (e) também está incorreta, porque o currículo da escola moderna, desde sua origem, foi influenciado por demandas econômicas, principalmente focado em formar trabalhadores e cidadãos aptos para o mercado e para a administração do Estado.
Portanto, a alternativa correta é a (b).