Ingrid Nunes
EQUIPE
25/10/2026 • 02:01
Vamos falar sobre gêneros discursivos, um conceito muito importante na linguística e no ensino de língua. Segundo Bakhtin, os gêneros discursivos são formas de falar, escrever ou se comunicar que são relativamente estáveis e ocorrem em diferentes situações sociais. Isso significa que a forma como a gente usa a língua não é aleatória, mas está sempre ligada ao contexto, à finalidade e à interação social envolvida.
Então, para Bakhtin, estudar língua não é só olhar para as regras gramaticais ou para as estruturas textuais isoladamente. É fundamental entender como a linguagem funciona no mundo real, em seus ambientes de uso, com seus propósitos sociais específicos. Isso tem um impacto direto no ensino de Língua Portuguesa: ele deve conectar a aprendizagem com as situações sociais e comunicativas em que os gêneros aparecem.
Analisando as alternativas, a que mais se alinha a essa visão é a letra d), pois ela fala exatamente sobre desenvolver práticas de leitura e produção considerando as situações de uso, a finalidade do texto e o contexto de circulação. Ou seja, colocar o estudante para trabalhar a linguagem não só como estrutura, mas como ferramenta social.
As outras opções focam mais só em aspectos estruturais, sistematização ou repertório, sem destacar esse vínculo essencial com o contexto de uso e finalidade social do discurso, o que vai contra a proposta bakhtiniana.
Portanto, a prática pedagógica mais coerente é a alternativa d).
Então, para Bakhtin, estudar língua não é só olhar para as regras gramaticais ou para as estruturas textuais isoladamente. É fundamental entender como a linguagem funciona no mundo real, em seus ambientes de uso, com seus propósitos sociais específicos. Isso tem um impacto direto no ensino de Língua Portuguesa: ele deve conectar a aprendizagem com as situações sociais e comunicativas em que os gêneros aparecem.
Analisando as alternativas, a que mais se alinha a essa visão é a letra d), pois ela fala exatamente sobre desenvolver práticas de leitura e produção considerando as situações de uso, a finalidade do texto e o contexto de circulação. Ou seja, colocar o estudante para trabalhar a linguagem não só como estrutura, mas como ferramenta social.
As outras opções focam mais só em aspectos estruturais, sistematização ou repertório, sem destacar esse vínculo essencial com o contexto de uso e finalidade social do discurso, o que vai contra a proposta bakhtiniana.
Portanto, a prática pedagógica mais coerente é a alternativa d).