Camila Duarte
EQUIPE
26/10/2026 • 02:01
Vamos falar sobre acessibilidade e adaptações para estudantes com deficiência visual, um tema muito importante no contexto educacional. Quando o estudante utiliza representações táteis, o objetivo é que ele consiga perceber e compreender o conteúdo de forma clara e organizada, sem que haja confusão causada por excesso de detalhes ou falta de distinção entre os elementos.
No caso da questão, o problema foi que o modelo tátil estava com dimensões muito ampliadas e muitos detalhes sobrepostos, dificultando a percepção global e a compreensão do conjunto. Além disso, o fato de não ter variação de texturas torna difícil para o estudante diferenciar as partes importantes.
Segundo as orientações do documento Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Visual, a maneira correta de realizar a revisão do modelo é ajustar o tamanho para facilitar a percepção da totalidade, retirar detalhes irrelevantes que confundem, utilizar texturas diferentes para que o estudante possa distinguir facilmente as partes e, para estudantes com baixa visão, incluir cores fortes ou contraste adequado, quando possível.
Portanto, a alternativa que melhor reflete essas orientações é a alternativa a), que indica redimensionar o modelo para possibilitar a percepção global, preservar fidelidade e pertinência, retirar detalhes irrelevantes, empregar texturas distinguíveis e usar cores fortes ou contrastes para baixa visão.
As outras opções trazem procedimentos incorretos: a ampliação exagerada e a manutenção de detalhes sobrepostos dificultam e não favorecem a compreensão (letra b); manter dimensões e textura única não facilita a percepção (letra c); e substituir o modelo por explicação exclusivamente oral não é recomendável, porque representa uma exclusão e não uma adaptação (letra d).
Gabarito: a
No caso da questão, o problema foi que o modelo tátil estava com dimensões muito ampliadas e muitos detalhes sobrepostos, dificultando a percepção global e a compreensão do conjunto. Além disso, o fato de não ter variação de texturas torna difícil para o estudante diferenciar as partes importantes.
Segundo as orientações do documento Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Visual, a maneira correta de realizar a revisão do modelo é ajustar o tamanho para facilitar a percepção da totalidade, retirar detalhes irrelevantes que confundem, utilizar texturas diferentes para que o estudante possa distinguir facilmente as partes e, para estudantes com baixa visão, incluir cores fortes ou contraste adequado, quando possível.
Portanto, a alternativa que melhor reflete essas orientações é a alternativa a), que indica redimensionar o modelo para possibilitar a percepção global, preservar fidelidade e pertinência, retirar detalhes irrelevantes, empregar texturas distinguíveis e usar cores fortes ou contrastes para baixa visão.
As outras opções trazem procedimentos incorretos: a ampliação exagerada e a manutenção de detalhes sobrepostos dificultam e não favorecem a compreensão (letra b); manter dimensões e textura única não facilita a percepção (letra c); e substituir o modelo por explicação exclusivamente oral não é recomendável, porque representa uma exclusão e não uma adaptação (letra d).
Gabarito: a