Marcos de Castro
EQUIPE
26/10/2026 • 22:01
Vamos falar sobre a educação infantil, um campo fascinante que valoriza o protagonismo da criança, ou seja, o papel ativo dela no próprio aprendizado. Atualmente, as pesquisas e a psicologia histórico-cultural, influenciada por Vygotsky, reforçam que o professor não deve ser apenas um transmissor de conhecimento, mas sim um mediador que cria condições para que as crianças desenvolvam suas funções psicológicas superiores, como a linguagem, a memória e o pensamento crítico.
Isso significa que o professor precisa planejar atividades que envolvam interação social rica, proporcionando situações nas quais as crianças possam exercer sua autonomia, explorar, criar e aprender de forma significativa. Por outro lado, restringir a ludicidade, focar unicamente em memorização ou seguir o currículo de forma rígida não dialoga com essa abordagem de valorização do fazer da criança.
Portanto, a alternativa que melhor representa o papel do professor no planejamento, alinhada com o protagonismo infantil e a psicologia histórico-cultural, é a letra 'a', que destaca o papel do professor como mediador, promovendo o desenvolvimento das funções psicológicas superiores relacionados ao contexto social.
Isso significa que o professor precisa planejar atividades que envolvam interação social rica, proporcionando situações nas quais as crianças possam exercer sua autonomia, explorar, criar e aprender de forma significativa. Por outro lado, restringir a ludicidade, focar unicamente em memorização ou seguir o currículo de forma rígida não dialoga com essa abordagem de valorização do fazer da criança.
Portanto, a alternativa que melhor representa o papel do professor no planejamento, alinhada com o protagonismo infantil e a psicologia histórico-cultural, é a letra 'a', que destaca o papel do professor como mediador, promovendo o desenvolvimento das funções psicológicas superiores relacionados ao contexto social.