É ético considerar a saúde e o bem-estar do paciente como primordiais, o q...

É ético considerar a saúde e o bem-estar do paciente como primordiais, o que implica a suposição legal de que, para preservar a vida, os cuidados médicos e psicológicos necessitam da permissão d...


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Rita, com 83 anos de idade, com doença pulmonar
crônica, chegou ao vigésimo dia de internação, período em que
passou por vários tipos de exames, dos mais simples aos mais
invasivos. Ainda sem um diagnóstico preciso que explicasse a
intensificação dos sintomas de fadiga extrema, seria necessário
prosseguir os exames. Há seis meses, o irmão de Rita, após duas
semanas de internação no mesmo hospital, faleceu. A lembrança
desse irmão, que sempre foi muito próximo a ela, ainda está
muito viva. "Foi como se tivesse sido ontem", diz ela, cujo maior
desejo é voltar para sua casa, já não mais suportando a
permanência naquele hospital, apesar de todo apoio que recebe
dos filhos e da equipe médica.
A partir do caso hipotético acima, julgue os itens a seguir, acerca
da intervenção ética do psicólogo junto à pessoa doente.

É ético considerar a saúde e o bem-estar do paciente como primordiais, o que implica a suposição legal de que, para preservar a vida, os cuidados médicos e psicológicos necessitam da permissão do paciente, respeitando o princípio da não-maleficência, conferindo a Rita a independência de vontade e ação e a informação sobre o tratamento e suas implicações.

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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    08/01/2025 • 04:22
    Gabarito: a) Certo

    Neste caso hipotético, a intervenção ética do psicólogo junto à pessoa doente deve considerar a saúde e o bem-estar do paciente como primordiais. Isso implica respeitar o princípio da autonomia do paciente, ou seja, garantir que a pessoa doente tenha independência de vontade e ação, além de receber informações claras sobre o tratamento e suas implicações.

    O psicólogo deve atuar em conjunto com a equipe médica, respeitando a legislação vigente, que determina que os cuidados médicos e psicológicos necessitam da permissão do paciente, exceto em casos de emergência ou quando o paciente não tem capacidade de decisão. Essa abordagem ética visa preservar a vida do paciente e garantir que ele seja tratado de forma humanizada e respeitosa.

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