Gabarito: a)
Esta questão aborda fatores sistêmicos e resultados do hemograma que podem contraindicar, de forma relativa, a realização de implantes dentários, pois podem diminuir os índices de sucesso do procedimento.
A alternativa a) menciona paciente com osteoporose em uso de alendronato e hemoglobina abaixo de 8 g/dL. O uso de bisfosfonatos, como o alendronato, está associado a risco aumentado de osteonecrose da mandíbula, especialmente após procedimentos cirúrgicos invasivos como implantes. Além disso, uma hemoglobina abaixo de 8 g/dL indica anemia grave, o que compromete a oxigenação tecidual e a cicatrização, aumentando o risco de falhas no implante.
As outras alternativas apresentam condições que, embora possam influenciar o sucesso do implante, não configuram contraindicações relativas tão evidentes. Por exemplo, leucócitos em 8.000/mm3 (alternativa b) estão dentro da faixa normal, hemácias em 4.600.000/mm3 (alternativa c) também são normais, plaquetas em 150.000/mm3 (alternativa d) estão no limite inferior do normal, e trombócitos em 250.000/mm3 (alternativa e) estão dentro da normalidade.
Portanto, a alternativa a) é a correta, pois reúne fatores sistêmicos e laboratoriais que contraindicam, de forma relativa, a realização de implantes, diminuindo as chances de sucesso.
Checagem dupla confirma que o uso de alendronato e anemia grave são fatores reconhecidos na literatura odontológica como contraindicações relativas para implantes, corroborando o gabarito oficial.
Esta questão aborda fatores sistêmicos e resultados do hemograma que podem contraindicar, de forma relativa, a realização de implantes dentários, pois podem diminuir os índices de sucesso do procedimento.
A alternativa a) menciona paciente com osteoporose em uso de alendronato e hemoglobina abaixo de 8 g/dL. O uso de bisfosfonatos, como o alendronato, está associado a risco aumentado de osteonecrose da mandíbula, especialmente após procedimentos cirúrgicos invasivos como implantes. Além disso, uma hemoglobina abaixo de 8 g/dL indica anemia grave, o que compromete a oxigenação tecidual e a cicatrização, aumentando o risco de falhas no implante.
As outras alternativas apresentam condições que, embora possam influenciar o sucesso do implante, não configuram contraindicações relativas tão evidentes. Por exemplo, leucócitos em 8.000/mm3 (alternativa b) estão dentro da faixa normal, hemácias em 4.600.000/mm3 (alternativa c) também são normais, plaquetas em 150.000/mm3 (alternativa d) estão no limite inferior do normal, e trombócitos em 250.000/mm3 (alternativa e) estão dentro da normalidade.
Portanto, a alternativa a) é a correta, pois reúne fatores sistêmicos e laboratoriais que contraindicam, de forma relativa, a realização de implantes, diminuindo as chances de sucesso.
Checagem dupla confirma que o uso de alendronato e anemia grave são fatores reconhecidos na literatura odontológica como contraindicações relativas para implantes, corroborando o gabarito oficial.