A eficácia da comunicação oficial depende basicamente do

uso de linguagem simples e direta, chegando ao assunto que se

deseja expor sem passar, por exemplo, pelos atalhos das fórmulas

de refinada cortesia usuais no século passado. Ontem o estilo tendia

ao rebuscamento, aos rodeios ou aos circunlóquios; hoje, a vida

moderna obriga a uma redação mais objetiva e concisa.

Considere–se, entretanto, que não há uma forma específica

de linguagem administrativa, mas, sim, qualidades comuns a

qualquer bom texto, seja ele oficial ou literário, aplicáveis à redação

oficial: clareza, coesão, concisão, correção gramatical. Além disso,

merecem destaque algumas características peculiares identificáveis

na forma oficial de redigir: formalidade, uniformidade e

impessoalidade.

Manual de Redação Oficial do TCDF. — Brasília:

DIPLAN, 2003. p. 11. (com adaptações)

Considerando as informações veiculadas no texto acima e os

elementos fundamentais das práticas de redação oficial, julgue os

itens de 13 a 15, conforme o Manual de redação oficial do TCDF.

Está correta, conforme a padronização oficial das formas de

tratamento, a sequência a seguir:

Cargo – Conselheiro(a);

Forma de tratamento – Excelência;

Vocativo – Senhor(a) + cargo.