Gabarito: a) Impessoalidade.
No direito administrativo, o princípio da impessoalidade determina que a atuação da administração pública deve ser objetiva, sem favorecimentos ou perseguições pessoais. Quando um servidor público está impedido de conduzir um processo, ele deve comunicar essa situação para garantir a imparcialidade e a objetividade do procedimento.
No caso apresentado, Juscelino, apesar de estar impedido, não comunica o impedimento e continua conduzindo o processo. Isso configura uma violação ao princípio da impessoalidade, pois ele age de forma pessoal e parcial, comprometendo a lisura do procedimento.
Os demais princípios mencionados não se aplicam diretamente à situação. A publicidade refere-se à transparência dos atos administrativos, a motivação à necessidade de fundamentar as decisões, a supremacia do interesse público (e não privado) orienta a prevalência do interesse coletivo sobre o individual, e a presunção de veracidade está relacionada à confiabilidade dos atos administrativos.
Portanto, a conduta de Juscelino fere o princípio da impessoalidade, que visa garantir a imparcialidade e a neutralidade na atuação administrativa.
No direito administrativo, o princípio da impessoalidade determina que a atuação da administração pública deve ser objetiva, sem favorecimentos ou perseguições pessoais. Quando um servidor público está impedido de conduzir um processo, ele deve comunicar essa situação para garantir a imparcialidade e a objetividade do procedimento.
No caso apresentado, Juscelino, apesar de estar impedido, não comunica o impedimento e continua conduzindo o processo. Isso configura uma violação ao princípio da impessoalidade, pois ele age de forma pessoal e parcial, comprometendo a lisura do procedimento.
Os demais princípios mencionados não se aplicam diretamente à situação. A publicidade refere-se à transparência dos atos administrativos, a motivação à necessidade de fundamentar as decisões, a supremacia do interesse público (e não privado) orienta a prevalência do interesse coletivo sobre o individual, e a presunção de veracidade está relacionada à confiabilidade dos atos administrativos.
Portanto, a conduta de Juscelino fere o princípio da impessoalidade, que visa garantir a imparcialidade e a neutralidade na atuação administrativa.