A alternativa correta é a letra C.
Compreender a infância como uma construção histórica significa reconhecer a criança como sujeito histórico e social, cuja infância é vivida de formas diferentes conforme o tempo histórico, a classe social, a cultura, as relações familiares e as condições materiais de vida.
Nesse sentido, a alternativa C é a única que expressa essa perspectiva ao:
> considerar a classe social da criança;
> analisar seu processo de socialização na família e na comunidade;
>valorizar as interações sociais vividas em diferentes contextos.
Essa abordagem está alinhada às contribuições da sociologia da infância e da pedagogia histórico-crítica, que entendem a infância como resultado de relações sociais concretas, e não apenas como uma etapa natural do desenvolvimento humano.
Por que as demais estão incorretas?
A e B: priorizam excessivamente aspectos biológicos, psicológicos e naturais, tratando a infância como algo universal e atemporal, o que contraria a noção de construção histórica.
D: apesar de mencionar o contexto social, coloca os fatores biológicos e psicológicos como determinantes, reduzindo o peso das relações sociais e históricas.
Compreender a infância como uma construção histórica significa reconhecer a criança como sujeito histórico e social, cuja infância é vivida de formas diferentes conforme o tempo histórico, a classe social, a cultura, as relações familiares e as condições materiais de vida.
Nesse sentido, a alternativa C é a única que expressa essa perspectiva ao:
> considerar a classe social da criança;
> analisar seu processo de socialização na família e na comunidade;
>valorizar as interações sociais vividas em diferentes contextos.
Essa abordagem está alinhada às contribuições da sociologia da infância e da pedagogia histórico-crítica, que entendem a infância como resultado de relações sociais concretas, e não apenas como uma etapa natural do desenvolvimento humano.
Por que as demais estão incorretas?
A e B: priorizam excessivamente aspectos biológicos, psicológicos e naturais, tratando a infância como algo universal e atemporal, o que contraria a noção de construção histórica.
D: apesar de mencionar o contexto social, coloca os fatores biológicos e psicológicos como determinantes, reduzindo o peso das relações sociais e históricas.