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Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso.Confio que os jovens possa...
Responda: Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso.Confio que os jovens possam consertar o estrago que os mais velhos fizeram. Essa passagem está adaptada a um artigo ...
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Por Matheus Fernandes em 31/12/1969 21:00:00
Gabarito: e)
Vamos analisar a questão. O enunciado pede uma adaptação do trecho para um artigo científico, ou seja, uma linguagem formal, culta, e na terceira pessoa.
A frase original é: "Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam consertar o estrago que os mais velhos fizeram."
Agora, vamos ver as alternativas:
a) Usa "Bauman não julga-se desesperançoso" (não é muito comum "julgar-se" nesse contexto) e "será reparado pelos mais jovens as faltas" (a construção está estranha, pois "será reparado" está na voz passiva e "as faltas" está no plural, mas o verbo está no singular, além de ser uma construção menos formal).
b) "Bauman não acha que ele é desesperançoso" é uma linguagem muito coloquial ("acha que ele é"), e "dar um jeito no estrago" é informal demais para artigo científico.
c) "Bauman não vê-se como desesperançoso" está correto, mas "está confiante de que os jovens encontram-se aptos à corrigir" tem problemas: "encontram-se aptos à corrigir" é uma construção estranha, o verbo "encontrar-se" com "aptos à" não é comum, e "corrigir os equívocos" é mais formal, mas a construção está um pouco forçada.
d) "Bauman não se diz desesperançoso" é aceitável, mas "confia no poder que os jovens tem pra retificar" usa "pra", que é informal, inadequado para artigo científico.
e) "Bauman não se considera desesperançoso. Tem confiança na capacidade de os jovens repararem os danos provocados pelos mais velhos." Essa alternativa usa linguagem formal, culta, está na terceira pessoa, e a construção está correta e clara.
Portanto, a alternativa e) é a que melhor atende ao pedido do enunciado.
Vamos analisar a questão. O enunciado pede uma adaptação do trecho para um artigo científico, ou seja, uma linguagem formal, culta, e na terceira pessoa.
A frase original é: "Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam consertar o estrago que os mais velhos fizeram."
Agora, vamos ver as alternativas:
a) Usa "Bauman não julga-se desesperançoso" (não é muito comum "julgar-se" nesse contexto) e "será reparado pelos mais jovens as faltas" (a construção está estranha, pois "será reparado" está na voz passiva e "as faltas" está no plural, mas o verbo está no singular, além de ser uma construção menos formal).
b) "Bauman não acha que ele é desesperançoso" é uma linguagem muito coloquial ("acha que ele é"), e "dar um jeito no estrago" é informal demais para artigo científico.
c) "Bauman não vê-se como desesperançoso" está correto, mas "está confiante de que os jovens encontram-se aptos à corrigir" tem problemas: "encontram-se aptos à corrigir" é uma construção estranha, o verbo "encontrar-se" com "aptos à" não é comum, e "corrigir os equívocos" é mais formal, mas a construção está um pouco forçada.
d) "Bauman não se diz desesperançoso" é aceitável, mas "confia no poder que os jovens tem pra retificar" usa "pra", que é informal, inadequado para artigo científico.
e) "Bauman não se considera desesperançoso. Tem confiança na capacidade de os jovens repararem os danos provocados pelos mais velhos." Essa alternativa usa linguagem formal, culta, está na terceira pessoa, e a construção está correta e clara.
Portanto, a alternativa e) é a que melhor atende ao pedido do enunciado.
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