(FUVEST) “Da noite para o dia são capazes de depenar completamente um arbusto...

(FUVEST) “Da noite para o dia são capazes de depenar completamente um arbusto de pomar. No entanto, não usam as folhas como alimento e sim como adubo para suas hortas subterrâneas. No formigueiro,...


(FUVEST) “Da noite para o dia são capazes de depenar completamente um arbusto de pomar. No entanto, não usam as folhas como alimento e sim como adubo para suas hortas subterrâneas. No formigueiro, os pedaços de folhas transportados são mastigados e empapados de saliva até se transformarem em uma espécie de massa esponjosa sobre a qual se desenvolve um mofo. Desse bolor as saúvas cuidam com o maior carinho. À força de mandíbulas, destroem qualquer “erva daninha” que tente proliferar e podam o mofo, cortando-lhe as extremidades dos filamentos, o que provoca, no lugar cortado, a formação de umas bolinhas que — estas sim — constituem o alimento das saúvas.” Texto reproduzido de Frota-Pessoa, O. Biologia na Escola Secundária, 2ª ed., 1962, Ministério da Educação e Cultura. Na situação descrita no texto, os níveis tróficos ocupados pelo mofo e pela saúva são, respectivamente, de

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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: b)

    No texto, é possível identificar que o mofo se alimenta das folhas mastigadas e empapadas de saliva pelas saúvas, sendo assim um consumidor primário. Já as saúvas, que se alimentam do mofo, ocupam o nível trófico de consumidor secundário, uma vez que se alimentam de outro consumidor.

    Portanto, a relação trófica entre o mofo e as saúvas é de consumidor primário para consumidor secundário.
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