No trecho “[...] o vento chorava e soluçava como uma criança.”, observa-...

No trecho “[...] o vento chorava e soluçava como uma criança.”, observa-se a presença de duas figuras de linguagem. São elas, respectivamente:


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O vento gemera durante o dia todo e a chuva fustigara as janelas com tal fúria que mesmo ali, no coração da grande Londres feita de homens, éramos obrigados a afastar a mente da rotina da vida por um instante e reconhecer a presença daquelas grandes forças elementares que gritam para a humanidade através das grades de sua civilização, como animais indomáveis numa jaula. À medida que a noite se fechava, a tempestade ficava mais intensa e mais ruidosa; na chaminé, o vento chorava e soluçava como uma criança. Adaptado de: Doyle, A. C. Um caso de Sherlock Holmes: as cinco sementes de laranja. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. p. 142.

No trecho “[...] o vento chorava e soluçava como uma criança.”, observa-se a presença de duas figuras de linguagem. São elas, respectivamente:

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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: a)

    No trecho “o vento chorava e soluçava como uma criança”, temos duas figuras de linguagem. A primeira é prosopopeia (ou personificação), que é quando atribuímos características humanas a algo que não é humano — aqui, o vento "chorava" e "soluçava", ações típicas de pessoas. A segunda é a comparação, que aparece com o uso do "como", comparando o vento a uma criança. Portanto, as figuras são prosopopeia e comparação, respectivamente.
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