Letícia Cunha
EQUIPE
24/10/2025 • 05:15
Gabarito: a)
No atendimento de crianças com pulso presente, mas com esforço respiratório ausente ou inadequado, as diretrizes internacionais de ressuscitação recomendam fornecer ventilações de resgate a uma frequência de aproximadamente 20 a 30 respirações por minuto. Isso equivale a uma respiração a cada 2 a 3 segundos, exatamente como descrito no enunciado.
Essa recomendação está alinhada com as orientações do Conselho Brasileiro de Ressuscitação e da American Heart Association, que indicam que a ventilação adequada é fundamental para garantir a oxigenação e a ventilação eficazes em crianças com comprometimento respiratório, mesmo que o pulso esteja presente.
A técnica correta de ventilação evita a hiperventilação, que pode ser prejudicial, e garante que o oxigênio chegue aos tecidos, especialmente em situações críticas como a descrita no caso clínico. Portanto, a afirmativa está correta e condiz com as práticas recomendadas para suporte básico de vida pediátrico.
Para reforçar, uma segunda análise confirma que a frequência respiratória indicada (20 a 30 por minuto) corresponde a uma respiração a cada 2 a 3 segundos, o que é adequado para crianças nessa condição clínica, conforme protocolos atualizados.
No atendimento de crianças com pulso presente, mas com esforço respiratório ausente ou inadequado, as diretrizes internacionais de ressuscitação recomendam fornecer ventilações de resgate a uma frequência de aproximadamente 20 a 30 respirações por minuto. Isso equivale a uma respiração a cada 2 a 3 segundos, exatamente como descrito no enunciado.
Essa recomendação está alinhada com as orientações do Conselho Brasileiro de Ressuscitação e da American Heart Association, que indicam que a ventilação adequada é fundamental para garantir a oxigenação e a ventilação eficazes em crianças com comprometimento respiratório, mesmo que o pulso esteja presente.
A técnica correta de ventilação evita a hiperventilação, que pode ser prejudicial, e garante que o oxigênio chegue aos tecidos, especialmente em situações críticas como a descrita no caso clínico. Portanto, a afirmativa está correta e condiz com as práticas recomendadas para suporte básico de vida pediátrico.
Para reforçar, uma segunda análise confirma que a frequência respiratória indicada (20 a 30 por minuto) corresponde a uma respiração a cada 2 a 3 segundos, o que é adequado para crianças nessa condição clínica, conforme protocolos atualizados.