Questões Administração Geral Abordagem Clássica da Administração
Segundo Maximiano (2017), a passagem para o século XX foi um momento de grandes transfo...
Responda: Segundo Maximiano (2017), a passagem para o século XX foi um momento de grandes transformações tecnológicas e sociais. Foi a época em que surgiram e cresceram empresas para fornecer, em grandes qua...
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Por Sumaia Santana em 31/12/1969 21:00:00
Gabarito: Alternativa D C - C - I - C
Abordagem Clássica da Administração
A Abordagem Clássica da Administração desenvolveu-se nas primeiras décadas do século XX, em um contexto marcado pela expansão acelerada das organizações, impulsionada pelos avanços tecnológicos e pelas mudanças sociais decorrentes da industrialização. Diante desse cenário, buscava-se racionalizar o funcionamento das empresas, adotando princípios científicos e administrativos voltados à elevação da eficiência e do controle organizacional.
A seguir, analisa-se o enquadramento dos autores citados:
1. Henry Fayol – França
Henry Fayol figura entre os principais formuladores da Escola Clássica da Administração. Sua contribuição central foi a sistematização do processo administrativo, base da chamada Teoria Clássica, que enfatiza o papel da administração na coordenação das atividades organizacionais. Fayol definiu funções essenciais da gestão, como planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar, que se tornaram referência para os estudos administrativos.
Dessa forma, Fayol integra a escola clássica (C).
2. Henry Ford – Estados Unidos
Henry Ford destacou-se pela introdução da linha de montagem em movimento e pelo aperfeiçoamento dos métodos de produção em larga escala, promovendo ganhos expressivos de produtividade. Apesar de sua importância histórica para a organização do trabalho industrial, Ford não formulou uma teoria administrativa sistematizada, sendo mais associado ao desenvolvimento da produção em massa no contexto da Revolução Industrial.
Assim, ele não pertence à escola clássica (I).
3. Elton Mayo – Estados Unidos
Elton Mayo é reconhecido como o principal representante da Teoria das Relações Humanas, corrente que deslocou o foco da administração para os fatores humanos, sociais e psicológicos presentes no ambiente de trabalho. Seus estudos evidenciaram a influência das relações interpessoais e do clima organizacional sobre o desempenho dos trabalhadores, em contraposição à visão predominantemente técnica da abordagem clássica.
Portanto, Mayo não se insere na escola clássica (I).
4. Max Weber – Alemanha
Max Weber contribuiu para a teoria administrativa ao desenvolver a Teoria da Burocracia, na qual descreveu o funcionamento das organizações formais a partir de estruturas racionais e impessoais. O modelo burocrático idealizado por Weber baseia-se em princípios como hierarquia, normatização, divisão de tarefas e autoridade legal-racional, elementos que dialogam diretamente com os pressupostos da abordagem clássica.
Dessa forma, Weber é considerado integrante da escola clássica (C).
Abordagem Clássica da Administração
A Abordagem Clássica da Administração desenvolveu-se nas primeiras décadas do século XX, em um contexto marcado pela expansão acelerada das organizações, impulsionada pelos avanços tecnológicos e pelas mudanças sociais decorrentes da industrialização. Diante desse cenário, buscava-se racionalizar o funcionamento das empresas, adotando princípios científicos e administrativos voltados à elevação da eficiência e do controle organizacional.
A seguir, analisa-se o enquadramento dos autores citados:
1. Henry Fayol – França
Henry Fayol figura entre os principais formuladores da Escola Clássica da Administração. Sua contribuição central foi a sistematização do processo administrativo, base da chamada Teoria Clássica, que enfatiza o papel da administração na coordenação das atividades organizacionais. Fayol definiu funções essenciais da gestão, como planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar, que se tornaram referência para os estudos administrativos.
Dessa forma, Fayol integra a escola clássica (C).
2. Henry Ford – Estados Unidos
Henry Ford destacou-se pela introdução da linha de montagem em movimento e pelo aperfeiçoamento dos métodos de produção em larga escala, promovendo ganhos expressivos de produtividade. Apesar de sua importância histórica para a organização do trabalho industrial, Ford não formulou uma teoria administrativa sistematizada, sendo mais associado ao desenvolvimento da produção em massa no contexto da Revolução Industrial.
Assim, ele não pertence à escola clássica (I).
3. Elton Mayo – Estados Unidos
Elton Mayo é reconhecido como o principal representante da Teoria das Relações Humanas, corrente que deslocou o foco da administração para os fatores humanos, sociais e psicológicos presentes no ambiente de trabalho. Seus estudos evidenciaram a influência das relações interpessoais e do clima organizacional sobre o desempenho dos trabalhadores, em contraposição à visão predominantemente técnica da abordagem clássica.
Portanto, Mayo não se insere na escola clássica (I).
4. Max Weber – Alemanha
Max Weber contribuiu para a teoria administrativa ao desenvolver a Teoria da Burocracia, na qual descreveu o funcionamento das organizações formais a partir de estruturas racionais e impessoais. O modelo burocrático idealizado por Weber baseia-se em princípios como hierarquia, normatização, divisão de tarefas e autoridade legal-racional, elementos que dialogam diretamente com os pressupostos da abordagem clássica.
Dessa forma, Weber é considerado integrante da escola clássica (C).
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